Led ZeppelinEm 1969, o cenário musical internacional teve lançamentos de Miles Davis, Elvis Presley, The Beatles… e o disco de estreia do Led Zeppelin, que chegou para firmar ainda mais o abraço do rock e do blues. Aliás, foi um debute duplo, já que nove meses depois de “Led Zeppelin I” o sucessor de mesmo nome, alterando-se apenas a numeração para “II”, chegava às prateleiras das lojas. 

“I” foi gravado em Londres no ano anterior e distribuído pela gravadora Atlantic em janeiro, embora não tenha sido financiado por ela e sim pelo guitarrista Jimmy Page, junto com o empresário Peter Grant, porque o músico queria ter mais independência na hora de mixar as faixas. Page também assina a produção desses projetos. 

Na época, ele não recebeu críticas positivas de revistas como a Rolling Stone, por exemplo, o que fez com que os britânicos conquistassem sua reputação aos poucos, conforme faziam apresentações ao vivo. 

“Led Zeppelin I” é composto por nove músicas, todas escritas por Jimmy Page, Robert Plant, John Bonham e John Paul Jones. Exceto “You Shook Me”, creditada aos cantores J.B Lenoir e Willie Dixon, que também é o autor de “I Can’t Quit You Baby”. 


Não demorou muito para os fãs ouvirem material novo do grupo. Em outubro, “Led Zeppelin II” saiu do forno, novamente com Page como produtor e Eddie Kramer no papel de engenheiro de áudio. O álbum alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Espanha, Reino Unido e garantiu à banda certificações de disco de ouro na França e Áustria, e em 2014, na Argentina com a versão remasterizada.

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Novamente, toda banda assina a composição das canções e Willie Dixon volta a ser creditado pela famosa “Whole Lotta Love” e “Bring It On Home”, assim como o cantor Howlin’ Wolf que também aparece na autoria de “The Lemon Song”. 


Apesar dos desentendimentos do passado, a Rolling Stone incluiu cinco álbuns do Led Zeppelin na lista “500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos” em 2012, sendo dois deles os citados desta publicação, “Led Zeppelin IV (1971)”, “Houses of the Holy (1973)” e “Physical Grafitti (1975)”. 

A potência vocal de Robert Plant, somado aos inconfundíveis solos de guitarra executados por Jimmy Page, as linhas incríveis de baixo de John Paul Jones e a velocidade de John Bonham na bateria tornam o Led Zeppelin uma das músicas mais influentes da indústria fonográfica.

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