Uma nova investigação sobre a morte do falecido cantor James Brown alega que tanto o cantor do hit “I Feel Good” quanto sua terceira esposa, Adrienne Brown, foram assassinados. Composta por um relatório de três partes, os resultados das investigações foram publicadas nesta terça-feira (05) pela agência de notícias CNN

Há 12 anos, Brown morreu com 73 anos de idade no Natal de 2006. Segundo informações sobre sua morte, o cantor teria sofrido um ataque cardíaco como resultado de insuficiência cardíaca congestiva. Na época, Brown estava lutando contra uma pneumonia. Porém, após uma investigação mais aprofundada, fluídos foram encontrados em seus pulmões.

Sua morte repentina despertou suspeita em seu médico, pois apesar de familiares terem pedido a autópsia, ela nunca foi realizada.

Um médico – não identificado – admitiu que “ele duvidava que Brown tivesse morrido de causas naturais”, mas “suspeitava que ele tivesse morrido de overdose, acidental ou não”.

Através de um telefonema surpresa, as investigações sobre a morte de Brown começaram a ser feitas pela CNN. Do outro lado da linha estava a cantora de circo de 63 anos, chamada Jacquelyn Hollander, alegando que já esteve perto de Brown e que desde então estuda sua morte. Ela disse que “poderia provar que James Brown havia sido assassinado” e caso os jornalistas concordassem em escrever sua história, aparentemente “salvaria sua vida”.

O relatório revelou que pelo menos 11 pessoas próximas a Brown – em um ponto ou outro – acreditavam que uma investigação adicional deveria ter sido lançada sobre a morte do cantor e que era suspeito que uma autópsia não tivesse sido realizada. Muitos desses indivíduos morreram durante as investigações.

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Entre as 140 pessoas entrevistadas, a primeira das três filhas de Brown, LaRhonda Pettit, foi uma das pessoas que compartilhou essa opinião. LaRhonda faleceu no ano passado. Um dos genros de Brown, Darren Lumar, que também confirmou a suspeita foi tragicamente morto a tiros.

Essa estranha seqüência de mortes aparentemente tornou o trabalho dos jornalistas muito difícil. Consequentemente, essas mortes respaldaram a teoria de Hollander de que aqueles que falassem sobre a morte de Brown acabariam mortos.

Hollander disse que ela era uma amiga íntima da ex-mulher de Brown e afirmou que “não há dúvidas de que [Adrienne Brown] foi assassinada”. A ex-mulher o acusou de abuso físico e sexual enquanto eles eram casados. Após a denúncia, Brown foi acusado de agressão e intenção de assassinato depois que sua esposa apareceu em um hospital local com marcas e contusões por todo o corpo. Levando o cantor a ser preso.

Ela então morreu de overdose acidental de analgésico em 1996, após uma operação de cirurgia plástica.

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Tanto a melhor amiga, Hollander, como mais três pessoas acreditam que o crime estava envolvido em ambas as mortes. Tomi Rae Hynie – quarta e última esposa de Brown antes de sua morte – também afirmou que Brown sempre acreditou que sua ex-esposa foi assassinada.

A investigação detalhada sugere que houve, e possivelmente ainda há, um círculo de suspeitos relacionados à morte de Brown vivos, livres e próximos aos parentes e familiares do cantor. A CNN citou milhares de relatórios policiais e registros judiciais ao longo da matéria comprovando a teoria de assassinato.

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