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O NME divulgou, na última segunda-feira (01), que o baterista do Sigur Rós, Orri Páll Dýrason, deixou a banda após ser acusado de cometer abuso sexual.

Quem anunciou a saída foi o próprio Dýrason em sua página do Facebook, que foi depois confirmada pelos outros membros, Jónsi e Georg.

“Eu não posso deixar que essas acusações graves influenciem a banda e o trabalho tão importante e bonito que foi construído nos últimos anos”, escreveu. Orri Páll Dýrason foi acusado de estupro pela artista Megan Boyd, que afirma ter sido atacada em 2013 pelo músico em Los Angeles.

“Eu guardei isso por quase seis anos por diversos motivos. Eu senti que ninguém acreditaria em mim e que eu era irresponsável por confiar nele só por ele fazer parte de uma banda que eu amava”, escreveu ela no Instagram.

A história, segundo Boyd, é que, durante um evento, ela adormeceu na mesma cama que o baterista e acordou rapidamente em duas ocasiões diferentes, descobrindo que ele havia abusado dela. Uma mistura de cansaço e intoxicação a impediram de ficar 100% alerta, segundo a própria artista.

Os remanescentes do Sigur Rós também publicaram que “na sequência das alegações extremamente graves e pessoais feitas contra ele nos últimos dias, hoje aceitamos a renúncia de nosso colega de banda, Orri Páll Dyrason, para permitir que ele lide com isso em particular”, assinaram Jónsi e Georg.

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In the wake of the extremely serious and personal allegations made against him in recent days we have today accepted the…

Posted by Sigur Rós on Monday, October 1, 2018

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