Charli XCX: o primeiro single de cada álbum

Charli XCX
Foto: Reprodução / Twitter
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A cantora e compositora Charli XCX começou sua carreira oficialmente em 2011 como artista da gravadora Atlantic Records – no entanto, isso veio depois de cinco anos como um ato independente publicando músicas em seu MySpace. Com cerca de 10 anos de carreira ‘oficial’, Charli XCX já soltou quatro álbuns de estúdio, duas mixtapes e dois EP’s, além de inúmeras composições para outros artistas – muitas das quais tornaram-se grandes hits.

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Com o início de sua quinta era a partir do single “Good Ones”, sobre o qual você pode ler aqui na Nação da Música, a coluna de hoje vai ser focada em explorar a discografia da cantora e suas diversas facetas mostradas no passado.

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“True Romance” (2013)

Grunge, eletrônico e um marco no pop alternativo – contando com uma produção extremamente variada, metáforas bem exploradas e uma persona que margeou o emo e o punk – o álbum “True Romance” foi lançado em 2013. Promovido por cinco singles, a primeira faixa revelada por Charli XCX foi “Stay Away” em 2011 e a vibe sombria que vem dela representa bem, pelo menos, uma seção do disco de estreia da artista.

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A música fez parte do primeiro EP dela, lançado um ano depois, em 2012, chamado “You’re the One” – que era composto pelas faixas “Nuclear Seasons” e “You’re The One” também. Mais tarde as três seriam parte do projeto completo.

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Fortemente influenciado por pop sombrio, como o trabalho da banda Siouxsie and the Banshees, “True Romance” foi quando primeiro conhecemos Charli XCX, mas nada podia preparar o público para a variação que viria.

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“Sucker” (2014)

Bem mais ‘mainstream’, “Sucker” é o segundo álbum de estúdio da artista e vem acompanhado de uma persona pop-punk, com o estilo de uma aluna revoltada e cores extremamente mais vívidas que as apresentadas em “True Romance”. O disco tem como seu primeiro single um dos maiores sucessos da carreira inteira de Charli XCX: a faixa “Boom Clap”, parte da trilha sonora de “A Culpa é das Estrelas”.

No entanto, a música, por mais apreciada que seja e por mais que seja uma representação perfeita do que o pop estava fazendo na época, falha como uma boa sinalização do disco que estaria por vir – intenção que foi perfeitamente completada pelo segundo lançamento pré-”Sucker”, a canção “Break the Rules”.

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Enraizado na raiva adolescente e fundamentado por guitarras, palmas e um pop que soa como o que passa na cabeça de um estudante que está se rebelando, o projeto é acusado por muitos fãs de ter sido uma tentativa da gravadora de botar Charli XCX em uma caixinha – além de, por muitos anos, ter sido o álbum que a cantora menos gostava de tocar.

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“Vroom Vroom” (2016)

Até hoje considerado por inúmeros admiradores de música experimental e hyperpop como um dos melhores lançamentos do gênero, “Vroom Vroom” é o segundo EP da artista e é algo que nunca antes tinha sido visto como uma opção para uma estrela do pop – especialmente não para uma que era considerada como uma das maiores apostas do gênero musical mainstream.

A primeira faixa a ser divulgada do EP foi a faixa “Vroom Vroom” mesmo em outubro de 2015 – e com ela, Charli XCX já chocou os fãs das eras anteriores e diversas pessoas da indústria. Colaborando com a produtora SOPHIE, da qual falamos já aqui na Nação da Música, a música era composta de batidas metálicas, efeitos vocais e uma atmosfera eletrônica que era inédita e ‘perigosa’ para a carreira de uma artista em ascensão.

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A reação da mídia foi dura, com notas extremamente baixas – criticando as letras focadas na cultura de festas e a exploração desse novo gênero musical para Charli XCX. No entanto, o tempo passou, a cantora provou-se uma pioneira no hyperpop e sua popularização, e “Vroom Vroom” se tornou um clássico para esse tipo de pop.

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“XCX World”, “Number 1 Angel” e “Pop 2” (2017)

Unidos aqui estão o que deveria ter sido o terceiro álbum da cantora e as suas duas mixtapes que o seguiram. Com a mudança de som introduzida em “Vroom Vroom”, Charli XCX soltou o primeiro single de seu próximo disco, chamado “After The Afterparty” com participação do rapper Lil Yatchy, mas com uma versão alternativa com Rita Ora, RAYE e Stefflon Don.

A faixa não agradou muito os fãs, que estavam esperando a Charli XCX experimental de 2016 – mas, então algo inesperado começou a acontecer. Várias músicas começaram a vazar e tinham a face que os ‘angels’, admiradores da artista, estavam esperando, entre elas os singles “No Angel”, “Focus” e “5 in The Morning”, que foram lançadas oficialmente depois na carreira. Infelizmente chegou uma hora que o álbum de estúdio inteiro, apelidado de “XCX World” estava vazado e a artista decidiu cancelar o lançamento por completo.

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Cansada da situação e do intenso processo de produção de um disco, Charli XCX decidiu trabalhar com os produtores A.G. Cook e SOPHIE para desenvolver a mixtape “Number 1 Angel”, que não contou com nenhum single mas representou um mergulho mais profundo no hyperpop. Esse movimento foi concluído na mixtape que seguiu, e que adquiriu um ‘cult following’ para a cantora: “Pop 2”.

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Metálico, diverso, sentimental mas também divertido, o projeto começou com o single “Out of My Head (feat. Tove Lo and Alma)” e recebeu muito carinho de fãs, mas também atraiu diversas pessoas que ainda não acompanhavam Charli. Além disso, a faixa “Unlock It (Lock It)” com Kim Petras e Jay Park, o segundo single, tornou-se viral no TikTok, conseguindo até um videoclipe quatro anos depois de ser lançada.

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“Charli” (2019)

Destinado a ser a terceira mixtape para completar a trilogia, o disco “Charli” de 2019 é o oficial terceiro álbum de estúdio da artista Charli XCX – introduzido ao público com o single “1999”, uma parceria com o cantor Troye Sivan. A faixa, completamente pop, deixou o público experimental meio nervoso com o que viria, no entanto, o projeto por completo provou-se uma exploração das linhas entre o pop mainstream, o alternativo e o hyperpop, os três presentes nas quinze músicas.

Com cinco canções soltas antes do lançamento do álbum em setembro, “Charli” foi o primeiro disco lançado por Charli XCX em quatro anos e foi bem recebido pela fanbase, além de ser recheado de parcerias interessantes com os seguintes artistas: Christine and the Queens, Sky Ferreira, Troye Sivan, Kim Petras, Tommy Cash, HAIM, Lizzo, Big Freedia, Brooke Candy, Cupcakke, Pabllo Vittar, Clairo e Yaeji.

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“how i’m feeling now” (2020)

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Os trabalhos no quarto álbum de Charli XCX começaram em abril de 2020, pouco mais de um mês antes do lançamento oficial dele. Um disco planejado para contar a história de seu isolamento durante a pandemia de COVID-19, “how i’m feeling now” trata de temas de solidão, amor, dependência – contendo algumas músicas escritas junto de seus em ligações na plataforma Zoom.

Com três singles, “Forever” foi o primeiro a ser revelado para o público. Uma produção típica do hyperpop mas mais melancólica para acompanhar as temáticas da música, característica do produtor A.G. Cook. O sentimentalismo se espalha pelo álbum, que consegue encapsular as emoções da artista durante a quarentena no começo de 2020 de maneira clara e inovadora – sendo um choque o fato de ter sido feito em tão pouco tempo.

Contando com dez faixas completamente inéditas, “how i’m feeling now” também apresenta um flashback da era de “XCX World” – que deveria conter a faixa “party 4 u”, aparecendo retrabalhada como a nona música do quarto álbum de Charli.

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Estudante de jornalismo, não-binárie e apaixonade por música. Sempre aberte para ouvir qualquer gênero, artista ou década. O universo do pop, principalmente hyperpop, k-pop e synthpop, é onde eu vivo e sobrevivo.