Avril LavigneA Avril Lavigne lança, na sexta-feira (15), o seu sexto álbum de estúdio “Head Above Water”. Mas a Nação da Música foi convidada pela Warner Music para ouvir com antecedência o seu mais novo trabalho.

Detalhamos abaixo faixa a faixa, contando um pouco mais sobre suas doze músicas e esta nova fase da cantora. Ela consegue fazer uma boa mistura, num disco leve, com algumas de tom emocional e ainda apresenta outras de ritmos dançantes.

Ele inicia com a canção que leva o nome do disco e já é conhecida do público. Até por sua letra, ela é mais impactante mesmo, falando de lutar pela vida e não se deixar afundar. Ao fundo, um piano também auxilia nisso, mesmo que durante a música, algumas batidas sejam adicionadas. Foi ótima escolha como primeiro single e para seu retorno.

Birdie” também começa com toques de piano, mas bem mais melódico do que a anterior e com a diferença que o vocal é levemente mais grave, o que muda no pré-refrão e acelera um pouco. No refrão, a cantora pode explorar muito seu alcance, o que é sempre bom, e ela fala sobre liberdade, questionando como escapar e voar ainda mais alto.

Na sequência aparece “I Fell In Love With The Devil” que tem um início muito bonito com instrumentos de corda, um piano grave e ao decorrer da música batidas que parecem muito com batidas cardíacas. Para o final, ela explora bem mais a voz, chegando a altos níveis e dando uma intensidade maior.

Outra já lançada é “Tell Me It’s Over”, que tem um estilo diferente, pelo menos no começo, com versos mais pausados e bem ritmados com a batida ao fundo. O refrão, mesmo tendo um padrão pop que as outras possuem, ele mantém um vocal mais diferenciado. É uma faixa muito boa, um destaque positivo no disco.

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Dumb Blonde” lembra a fase mais pop da Avril Lavigne, algo como “Girlfriend” em “The Best Damn Thing” ou “Hello Kitty” em seu último disco, trazendo uma dançante dentro do trabalho. Ela é muito animada, dando outra cara para as faixas e é extremamente cativante.

Retomando ao estilo principal do álbum, “It Was In Me” volta com versos lentos e piano ao fundo. Assim como as outras, o refrão entra com impacto na voz e na parte instrumental. Ao final o refrão se repete sem a batida e de maneira mais aguda e fica muito bom. É outra bem envolvente.

Souvenir” é uma faixa relativamente curta, com quase três minutos de duração. Ela apresenta uma batida mais forte, com um pequeno pedaço com versos mais graves do que o normal, o que muda logo. No refrão ela canta sobre querer fugir e levar a pessoa como lembrança. É uma música muito boa, fica bastante na cabeça e pode se destacar.

Crush” tem um ritmo mais lento, mas não de um jeito dramático, algo envolvente e que combina muito com o estilo cantado nela. Tanto os versos quanto o refrão são mais pausados e em determinados momentos a voz aparece quase como um sussurro de tão lento e baixo. Ela é bem diferente e casou bem com a cantora.

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Começando de um jeito bem leve, vem “Goddess”. A faixa parece acústica, pois não há muita bateria e o violão é o que se destaca ao fundo. Apesar disso, ela não é lenta, versos e refrão são acelerados e ainda assim a cantora, mais uma vez, demonstra bem sua potência vocal.

A Bigger Wow” é outra com um tom conhecido e marcante, que tranquilamente pode tocar nas rádios. Ela é muito animada, com batidas rápidas e um refrão fácil para memorizar. Ela é um pouco mais do mesmo, mas é uma faixa muito boa e bem atraente.

Love Me Insane” é uma música que fala sobre atração e amor, descrevendo o dia que se conheceram e que a pessoa é capaz de deixa-la louca. O ritmo muda entre os versos e o refrão, iniciando lentamente e crescendo conforme ela canta.

E para fechar muito bem o disco, aparece “Warrior”. E, assim como a faixa título, ela traça bem um paralelo vivido pela cantora recentemente, então já é mais emocionante. Ela canta sobre as batalhas que viveu, sobre não desistir e que, por ser uma guerreira, luta pela sua vida. Ela é, sem dúvidas, uma das melhores nesta nova produção, é bem comovente e perfeita como encerramento.

Musicalmente, “Head Above Water” é bem diferente de tudo que a artista lançou. Para traçar um comparativo, ele pode ser uma mistura entre “Goodbye Lullaby” e o álbum homônimo. Em questão instrumental, é um dos que foi mais bem trabalhado, são várias faixas com elementos que contribuem muito para a qualidade das canções. E, para dar um tom ainda melhor, a questão emocional vem em peso. Então é um disco que chega com características conhecidas da Avril Lavigne e ainda conta com melhorias. Com certeza, uma de suas melhores produções.

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