Throwback: Todo o blues do projeto John Mayer Trio em “Try!”

john_mayer_trioSem nenhum lançamento desde 2013, o mestre John Mayer realizou seu grande retorno este ano com a apaixonante “Love On The Weekend“, a turnê com grupo Dead & Company (formado pelos membros do Grateful Dead) e com a promessa de seu sétimo álbum de estúdio para 2017. Com tanto acertos e sucessos em seu currículo, qualquer novidade vindo do músico deixa os fãs bastante animados, mas a possibilidade da renovação de uma parceira de mais de 10 anos atrás mantém seus admiradores ainda mais atentos.

Em janeiro deste ano, Mayer postou uma foto no estúdio ao lado do baixista Pino Palladino e o baterista Steve Jordan em seu Instagram, um flash direto a formação do John Mayer Trio em 2005. Mesmo sem confirmar para qual seria o fim das sessões, a expectativa para o sucessor de “Try!” continua grande. O projeto focava numa sonoridade um pouco diferente do estilo característico de Mayer, pendendo mais para o blues.

Além de canções originais e novas versões de hits de Mayer, o álbum ao vivo daquele ano trazia covers dos clássicos de Jimi Hendrix (“Wait Until Tomorrow”) e Ray Charles (“I Got A Woman”), o que merecidamente levou o Trio a ser indicado ao Grammy de 2007 como melhor álbum de rock (somado as outras 4 indicações solo do guitarrista). Dois anos antes, os músicos já haviam se juntado no palco da premiação para um performance de “Daughters”. A apresentação final do grupo foi em abril de 2006, porém algumas reuniões aconteceram depois, como o set acústico eternizado no DVD “Where The Lights”.

“Try!” também funcionou como a primeira prévia de “Continuum”, um dos álbuns mais adorados de John (e meu favorito) que completou 10 anos em 2016. Junto com o Trio, o guitarrista apresentou os singles “Gravity” e “Vultures” – sendo a última escrita em parceria com Jordan e Palladino; que logo se juntaram aos sucessos “Belief”, “Waiting On The World To Change” e “Slow Dancing In A Burning Room”.

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Felipe Santana
Redator do Nação da Musica e estudante de Arquitetura e Urbanismo nos tempos livres. Ou será o contrario?

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