Especial: The Voice USA (12) – Veja como foi a última noite de playoffs

Mais um dia de fortes emoções. Nessa terça-feira (18) os times de Adam e Gwen se apresentaram nos playoffs da 12ª temporada do The Voice e assim conhecemos o nosso Top 12. Vale lembrar que nessa temporada o programa trouxe de volta o “Coach Comeback” onde cada técnico tem o direito de dar uma nova chance a um candidato do programa. Além disso, nessa fase, 2 membros do time são escolhidos pelo voto popular e um pelo técnico.

TEAM GWEN

O primeiro a se apresentar nessa noite foi Johnny Gates, a escolha da Gwen para dar uma nova chance. Confesso que fiquei animada, porque ele era um dos meus favoritos. Cantando “Hands To Myself” da Selena Gomez, o candidato transformou a música para o seu próprio estilo, fez uma performance cativante, mas não sei se foi a melhor ideia, já que nos knockouts acabou sendo eliminado após fazer sua versão de uma música pop.

Troy Ramey – na minha opinião – não havia feito nenhuma apresentação memorável, até agora. Cantando “A Case of You” ele mostrou mais confiança, mostrou mais da sua personalidade e fez uma linda apresentação.

Quizz Swanigan, o candidato mais novo do programa, tem se destacado desde o começo. Fez algumas apresentações boas, outras nem tanto, mas nesse momento eu achei interessante. Cantando “My Girl” ele pareceu bem confortável em sua apresentação e conseguiu me fazer não pensar no Jackson 5.

Brennley Brown subiu ao palco para cantar a música “Fly” de Maddie & Tae. A jovem de 15 anos fez uma apresentação bem madura e graciosa. A sua afinação estava no ponto e a performance foi bem envolvente.

JChosen recebeu o desafio de cantar a música “Nothing Compares 2 U” e apesar do seu esforço, ele não me pareceu confiante com a performance. Sua apresentação claramente não foi horrível, teve apenas alguns problemas de afinação, mas faltou conexão.

Por fim, do Team Gwen, tivemos Hunter Plake. Durante toda a sua jornada no The Voice, até agora, eu sempre esperava mais dele. Sua voz é maravilhosa, mas durante as apresentações eu sentia que faltava algo. Cantando “Elastic Heart” da Sia, Hunter fez uma performance bem profunda e intensa.

Os votos foram abertos e o público escolheu Hunter e Brennley. Já Gwen – para minha surpresa – escolheu Troy para continuar em seu time.

 

TEAM ADAM

As apresentações do Team Adam também começaram com a sua escolha de “Comeback”. Johnny Hayes subiu ao palco para cantar a música “Ain’t Too Proud to Beg”. Eu senti como se ele estivesse entregando tudo de si no palco, mas também, que estava se divertindo. Foi uma apresentação bem legal de assistir.

Hanna Eyre teve vários momentos fofos durante o programa. Mas não é só disso que o The Voice é feito, certo? Cantando “Skyscraper” a jovem mostrou uma evolução em sua jornada, mas ainda com alguns problemas de afinação. Acho que o que faltou para ela até agora, foi um momento marcante, o que não aconteceu nem nos playoffs. (Obs: a escolha da música também não foi uma boa ideia).

Josh West veio em seguida cantando “More Than a Feeling”. Quando a gente vê a música só pensamos em: ou vai dar muito certo ou vai dar bem errado. Josh, sempre mostrou seu amor pelo rock das antigas, o que nos chamou bastante atenção, mas desde sua batalha, as coisas começaram a desandar. Essa sua apresentação foi complicada porque “More Than a Feeling” é uma música difícil de cantar, Josh não pareceu ter a extensão vocal para apresentar a canção e na sua tentativa de arrasar, ele acabou gritando muito.

Mark Isaiah é aquele candidato que eu não entendo porque continua no programa, mas eu sei que vai acabar tendo os votos das meninas mais novas. Até agora ele só tinha cantado músicas pop bem genéricas e com “All Time Low”de Jon Bellion ele teve algumas dificuldades. Acho que Adam poderia ter escolhido outra canção para ele mostrar um pouco mais do seu potencial.

Na sequência vimos Lili Passero cantando “It’s Too Late”. É interessante ver o seu amadurecimento durante a competição. Sua apresentação nessa noite foi cheia de classe e elegância, com um vocal muito bonito e uma presença de palco que prendeu a atenção.

Jesse Larson, por fim, cantou a música “Sir Duke” do Stevie Wonder. E achei a apresentação interessante, pelo simples fato de conseguirmos ver um pouco mais da sua personalidade. Não acho que foi o melhor vocal da noite, como Adam apontou, mas foi uma boa apresentação.

Então começou o voto do público e eles escolheram Lili e Jesse para continuarem no programa. Adam Levine então deu mais uma chance para o jovem Mark.

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Andressa Oliveira
Metade campograndense, metade paulistana, jornalista e apaixonada por música. Escreve para o Nação da Música desde 2012, estuda música desde pequena, é obcecada por reality shows musicais, odeia atender telefone, mas não vive sem seu celular. Seriados, livros e comida também não podem faltar em sua vida.

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