7 Livros autobiográficos de lendas do Rock

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O dia 13 de julho também é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock e, para comemorar esse gênero musical, o Nação da Música reuniu algumas autobiografias de grandes nomes da música. Nada como saber ainda mais sobre seu ídolo, suas experiências e suas inspirações em histórias contadas pelo próprio artista. Confira a lista abaixo:

1“Vida” – Keith Richards

Lançado em 2010, a autobiografia do guitarrista do Rolling Stones não poupa detalhes íntimos em suas páginas. O livro é escrito em ordem cronológica e Keith conta tanto sobre infância, como sobre seu vício em heroína e de todas as pessoas queridas que perdeu por conta das drogas, inclusive seu filho pequeno Tara. O relacionamento conturbado e criativo com o vocalista da banda, Mick Jagger, também ganha muito destaque na obra, assim como seus relacionamentos passados, com Anita Pallenberg, mãe de três de seus filhos.

 

2“Vivendo A Mil, Enganando A Morte E Batera, Batera, Batera” – Travis Barker

Após sobreviver a um grave acidente de avião em 2008, o baterista do blink-182 resolveu escrever um livro de memórias, que conta sobre as turnês com a banda, paternidade, seu vício em drogas e sobre como foi se recuperar do trauma, que o impede de voar até hoje. O livro foi lançado em 2015 e contém também relatos do baterista sobre o hiato de 2005 do blink-182, que não foi muito amigável.

3“Eu Sou Ozzy” – Ozzy Osbourne

Se existe um artista que possui muita história doida pra contar, esse cara é o Ozzy Osbourne. Em “Eu Sou Ozzy”, o vocalista do Black Sabbath relata suas vivências na banda, que existe desde 1968, mas também conta sobre sua vida antes disso. Muitas drogas, bebidas, escândalos e até mesmo algumas passagens pela cadeia, tudo isso é contado de um jeito irreverente nesta autobiografia, com o humor característico de Ozzy.

4“My Bloody Roots” – Max Cavalera

Apesar do título em inglês, esta autobiografia é do músico brasileiro Max Cavalera, fundador das bandas Sepultura e Soulfly. Max não poupa detalhes de sua história em sua obra e conta inclusive sobre a sua época na reabilitação, fato que permaneceu em segredo até o lançamento do livro. O guitarrista não mede palavras para falar de seus ex-colegas de banda, seja para alfinetar o baixista Paulo Jr., que ainda está no Sepultura, como para elogiar Andreas Kisser, atual guitarrista.

5“Minha vida como um Ramone” – Marky Ramone

Característico das autobiografias de lendas do Rock, Marky Ramone expõe detalhes não só de sua vida pessoal, mas principalmente dos bastidores dos Ramones. Por exemplo, o baterista revela que Johnny Ramone, guitarrista, frequentemente falava expressões racistas, como “macacos” e “cucarachos”, para se expressar sobre negros e latinos, respectivamente. Além dos relatos dos frequentes desentendimentos e brigas entre os integrantes, Marky conta detalhes sobre o seu alcoolismo, motivo de sua expulsão dos Ramones em 1983.

6“Sete Pecados Capitais” – Corey Taylor

Lançado em 2013, a autobiografia do líder das bandas Slipknot e Stone Sour fala diretamente com os fãs. Corey usa os sete pecados capitais como base para falar de momentos de sua vida pessoal e musical, além de fazer críticas à geração norte-americana atual. A escrita do vocalista é recheada da ironia e acidez já conhecidas pelos seus fãs, assim como sua opinião forte.

7“Uma Vida Sem Máscaras” – Paul Stanley

Um dos fundadores da banda KISS, Paul Stanley, também conhecido como “Starchild”, escreveu seu livro de memórias em 2015. O vocalista relata sua infância difícil na década de 50 e 60 e sobre a condição que o deixou surdo na orelha direita, a doença microtia. Apesar das adversidades, Stanley fundou com seu amigo Gene Simmons uma das bandas mais influentes do gênero, e ele conta em seu livro sobre início do KISS e histórias da trajetória de mais de 40 anos do grupo.

 

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Marina Moia
Jornalista, bauruense de coração e apaixonada por música desde que se conhece por gente. Viciada em séries, amante de livros e colecionadora de batons coloridos.

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