Entrevista: Jake Bugg fala sobre Brasil, inspirações pra música e futebol

Jake Bugg
Foto: Divulgação

Essa é a terceira vez que o cantor e compositor Jake Bugg pisa em terras brasileiras. A primeira vez foi lá em 2014 com duas paradas: o festival Lollapalooza e shows solos alguns meses depois. Dessa vez, ele volta este mês para três apresentações: em São Paulo (9), Rio de Janeiro (10) e Belo Horizonte (11).

A Nação da Música teve a oportunidade de conversar com Jake Bugg, que falou um pouco sobre o Brasil, suas inspirações na hora de escrever, futebol e até o que ele espera ser daqui cinco anos.

Entrevista feita por Maria Victoria Pera Mazza.

————————————————————————————————————— Leia a íntegra

Você já esteve no Brasil antes, tanto no Lollapalooza quanto para shows solo. O que te motiva a voltar pra cá?
Jake: Eu gosto muito do público, do quanto os brasileiros são entusiasmados. É uma energia muito boa e é por isso que eu curto voltar e fazer shows.

As coisas parecem acontecer de maneira muito rápida em sua vida, né? Já são três discos, diversos shows, festivais e você só tem 23 anos. Como é pra assimilar tudo isso?
Jake: Eu lido bem com isso. Quero dizer, é uma coisa boa, tive a oportunidade de conhecer vários lugares do mundo, várias pessoas e tocando a minha música, que eu é algo que gosto.

O seu último álbum, “On My One”, é inteiro de sua autoria. O que te inspira na hora de compor?
Jake: Ah, acho que tudo. Experiências da vida, pessoas que conheci ou com as quais me importo e todas as coisas que eu passo, as histórias que tenho pra contar.

Fazendo uma comparação entre os dois primeiros álbuns e o mais recente lançado, o que mudou na sua concepção? Em sua música, na produção…
Jake: Eu sempre fui da ideia de que cada álbum deveria ser diferente. Fazer algo diferente, algo novo e que está ali pela primeira vez. Nós devemos tentar, mesmo que seja algo que as pessoas não querem. Tentar é algo satisfatório. Quanto mais música você faz, mais prática e experiência você tem.

Você já se viu fazendo algo diferente da música? Talvez se tivesse seguindo uma outra carreira.
Jake: Não sei, acho que a primeira coisa que me vem à cabeça é que eu seria jogador de futebol. Mas não sei, chegar lá não é fácil.

Entrando na onda da sua música “Love, Hope and Misery”, o que te faz ter esses três sentimentos?
Jake: Eu amo o meu time de futebol (ele torce para o Notts County), estou sempre esperançoso que eles joguem bem, mas se eles perderem, fico em miséria.

Como você se vê em cinco anos?
Jake: Ah, acho que fazendo o que já faço hoje. Espero que esteja com mais álbuns prontos, eu amo fazê-los, e que coisas boas aconteçam.

Poderia deixar um recado para os seus fãs brasileiros que curtem a Nação da Música?
Jake: Gostaria de dizer muito obrigado por tudo. Obrigado por ouvirem a minha música e por me apoiarem e espero encontrar todos vocês.

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Formada em jornalismo, considera a música uma de suas melhores amigas e poderia facilmente viver em todos os festivais. Bandas preferidas? McFLY e Queens of the Stone Age.

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