MØ
Divulgação

Em outubro deste ano, a cantora MØ lançou o EP “When I Was Young” – trabalho que veio pouco mais de três anos após o seu primeiro álbum “No Mythologies to Follow” – com seis músicas que, de acordo com a artista, são bem pessoais para ela.

E para ficar por dentro do lançamento e dos projetos futuros, a Nação da Música conversou com a MØ, que ainda falou sobre o Brasil, seus videoclipes e colaborações com outros artistas.

Entrevista feita por Maria Mazza.

————————————————————————————————————— Leia a íntegra

Você lançou o seu EP recentemente, certo? Como foi a produção e a escolha das músicas que entrariam para o trabalho?
MØ: SIM! Foi um processo bem longo, mas todas foram músicas que eu fiz durante esses quase quatro anos do lançamento do meu primeiro álbum “No Mythologies To Follow”, e eu me senti muito forte em relação a isso. Eu senti que deveria dividir um pouco dessas canções pessoais, refletindo sobre o passado antes que eu entrasse de cabeça na finalização do segundo álbum.

E falando sobre suas novas músicas, eu reparei que tem muita dança em seus videoclipes recém-lançados. É difícil pra você fazer isso, ter todo esse processo que vai além de cantar?
MØ: Eu sempre gostei de dançar, mas coreografia é uma coisa completamente diferente e assustadora pra mim porque sou muito ruim em lembrar os passos. Mas é algo que eu amo e que posso me sentir muito poderosa e em cada vídeo isso melhora. Só que acredito que em cima do palco eu sempre terei a minha própria dança não coreografada.

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Bom, você já fez músicas com diversos artistas como Diplo, Charli XCX, Major Lazer… Quem seria a sua escolha para fazer uma colaboração, mas que ainda não rolou?
MØ: Eu enlouqueceria se eu conseguisse cantar com Rae Sremmurd ou com a Princess Nokia!

Como foi a sua experiência aqui no Brasil depois de tocar no Lollapalooza? Alguma chance de voltar em breve, tipo em 2018?
MØ: Eu quero muito voltar em 2018! Lollapalooza foi incrível e especial. Foi muito divertido poder assistir a outros artistas e dançar com todos vocês.

Além de cantora, você também compõe. Guarda lembranças da sua primeira música escrita? E, se pudesse, qual conselho sobre música você daria para a MØ de anos atrás, quando ainda estava começando?
MØ: Eu daria créditos a minha versão mais jovem por todo o esforço e por todas as horas que dedicou quando era novinha. Eu não venho de uma família musical ou rica, então, foi meio que um trabalho de construir tudo isso sozinha. Mas eu diria pra ela para ser melhor ao dizer o que se passa em sua mente e não sentir medo de ter a opinião diferente dos outros. Ah, a primeira música que eu escrevi foi intitulada de “7 days”. Eu tinha oito anos e acho que a canção era sobre eu querer um feriado.

Qual você diria que foi o seu maior desafio da carreira até hoje? Você ainda é nova, tem muitos fãs, é reconhecida pelo seu talento… Mas nem sempre é fácil, né?
MØ: Acho que o maior desafio é continuar sendo verdadeira comigo mesma e cortar o resto. Existem muitas vozes, opiniões e caminhos diferentes que você pode seguir, então é um pouco difícil compreender qual é a sua própria voz. Mas estou nesse caminho!

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Poderia deixar um recado para os seus fãs e que também curtem a Nação da Música?
MØ: Brasil! Eu amo vocês e mal posso esperar para voltar a tocar aí logo. Vocês me fazem muito felizes sempre que visito o seu lindo país.

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