Entrevistamos Di Ferrero sobre o single “Aonde É O Céu” e futuro álbum

Di Ferrero
Foto: NatiMitie/Divulgação
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Dando início a uma nova etapa em sua carreira, Di Ferrero lançou nessa quinta-feira (04) o single que recebeu o nome de “Aonde É O Céu”, faixa que abre o primeiro álbum solo do cantor e compositor.

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Regado de influências de artistas como Linkin Park, Blink-182, Charlie Brown Jr., entre outros, o novo material faz um resgate ao rock, ao Emo, e às origens de Di, que conversou com a Nação da Música no dia anterior ao lançamento.

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Durante a conversa, que aconteceu via Zoom, ele compartilhou detalhes de como a nova música de trabalho nasceu, falou sobre o futuro disco, que tem previsão de ser lançado no próximo ano, revelou alguns sonhos e deu alguns spoilers do que ainda está por vir.

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Entrevista por Katielly Valadão.
——————————— Leia a íntegra:
Di, tem single novo chegando, então antes de tudo, como você se sente antes de um lançamento desse tipo, que de certa forma dá início a uma nova etapa na sua carreira e como ficam as suas expectativas como músico?
Di: Nossa, eu sempre tive bastante expectativa sobre lançamentos e tal, o que me deixava meio frustrado na maioria das vezes. Mas dessa vez, eu acho que também depois de tanto tempo assim lançando música, e depois da pandemia, eu estou tranquilo porque eu tô fazendo uma coisa, um som, que eu me sinto bem em casa, e aí ele me traz para casa, então isso me deixa mais calmo, mais tranquilo e também sem querer ficar me comparando com outras coisas, até porque é um som que eu faço que foi assim que eu conquistei minhas coisas, então isso tá me deixando mais calmo. Então dessa vez eu posso dizer que eu já tô até, tipo, empolgado para todo mundo ver logo, sabe?

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Sim, que ótimo. E a ideia de “Aonde É O Céu” veio após uma conversa, um debate que você teve sobre a cultura do cancelamento. Você pode contar como que a música nasceu e de qual estado criativo e até mesmo emocional ela veio até você?
Di: Sim, ela foi a última música que eu fiz desse álbum e vai ser a primeira que eu vou lançar, né, ironicamente. Eu estava na verdade com um amigão meu mesmo, falando sobre… eu acho que tinha passado a parada do BBB, daquela coisa toda que estava rolando sobre o cancelamento e tudo mais. A gente começou a falar sobre isso, sobre essa coisa de ter segunda chance e daquele supermoralismo que às vezes algumas pessoas têm, soberba para apontar um dedo. E em cima desse papo, uma hora eu falei assim ‘pô, mas onde é que o céu, então, já que você vai para lá, né? já que você sabe tudo, já que você é perfeito, que eu provavelmente vou ficar aqui. Mapeia aí o caminho do céu porque eu não sei e deve ser chato também’ [risos]

E nisso eu fiquei com essa frase na cabeça, eu lembro que a gente saiu desse papo, eu estava no estúdio e, num canto, comecei a pensar em alguma coisa e já comecei a tocar a música. Mostrei ela para o Dan Valbusa, que era do CINE, que fez todas as músicas do álbum comigo e aí ele curtiu e falou ‘não, demorou então, beleza!’. Aí a gente já fez o refrão na hora, foi logo depois da conversa, a gente estava inclusive no mesmo estúdio que estava tendo essa conversa. Um amigo meu das antigas, foi bem espontâneo.

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Esse single vai chegar acompanhado de um clipe que eu já tive o prazer de assistir…
Di: Ah, você viu?!

Já, já assisti! Ele tem uma vibe e uma energia que dá vontade de estar em um show. Como foram as gravações e como você pensou no conceito para esse audiovisual?
Di: Eu tô com muita saudade de tocar, né? Acho que todo mundo também está com saudade de ir em show, de sair, até de trombar nos outros, né? Então eu pensei em algumas histórias, em algum roteiro, em alguma coisa, mas nada foi melhor do que simplesmente chegar e tocar em algum lugar porque eu acredito que as músicas novas, os meus sons novos, eles estão com uma vibe ao vivo. Todas as músicas eu fiz pensando em show, até no tempo do pula, tudo, tudo eu pensei na hora que eu estivesse no palco.

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Então eu preferi montar um cenário como se fosse a minha cabeça assim, tem coisa desconstruída, umas coisas meio romanas e tal, caídas no chão, aquela loucura e tal, um monte de TV né, tipo, que faz parte do meu crescimento ali, de desde quando eu sou moleque crescendo ali naquela fase que me influenciou muito dos anos 2000, que que foi quando eu comecei a ter várias bandas, e em cima disso, montei essa bagunça organizada, então o conceito do clipe foi esse mesmo, de passar essa energia de cru, cru mesmo, de show, de suor e sem muita história, historinha e tal.

E dá pra sentir!
Di: Legal.

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Você disse que esse material tem algumas influências, como por exemplo Blink-182, Charlie Brown Jr., entre outras. O que te impulsionou a resgatar essas referências e como elas estão refletindo na identidade dessa sua nova etapa?
Di: Bom, foi muito natural voltar a ouvir muita coisa que nunca parei de ouvir, mas na minha carreira solo, eu estava sempre em uma de experimentar bastante e foi muito legal essa experiência, mas quando eu estava ali em casa e tal, todo mundo sem sair de casa, com covid, eu me peguei ouvindo muitas coisas que eu cresci ouvindo, que me influenciaram muito ali no começo, lá atrás na época do NX. E não tem como, quando você escuta alguma coisa que você gosta muito em uma outra fase da vida, você vê outros elementos, você vê ela de outra forma, de outro jeito, sabe?

Então essas bandas, elas tiveram outro significado para mim e eu reparei que cara, como eu era feliz e não sabia nessa época [risos] como era foda viver isso, essa sensação de tocar, de só querer fazer show por fazer show e nada é um grande problema, nada, sabe? Apesar de todas as merdas que sempre davam e toda a questão de, sabe, não tem grana, cara, nada disso. A gasolina era outra, tipo, era ouvir esse som e querer produzir, querer fazer a sua parada.

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Então essas bandas são as bandas que eu cresci ouvindo, o próprio Red Hot, Blink e várias bandas da cena né, tipo o próprio CPM 22, Charlie Brown, então em cima disso eu comecei a escrever, a fazer música dessa minha base mesmo, foi bem a base.

E como que tem sido para você o processo de construir algo novo durante esse período que o mundo está vivendo, tem sido mais desafiador, mais libertador de alguma forma, como que as coisas estão fluído para você?
Di: Bom, fluiu… tem sido, depois do apocalipse, pós-apocalíptico assim, foi muito rápido e muito natural, depois de… eu sei que a gente ainda está com os resquícios, o mundo tá tipo capengando, o Brasil tá capengando né, tá andando, tentando ver uma luz assim, mas eu acho que o meu objetivo é justamente botar a galera para cima.

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Então se eu posso fazer alguma coisa além de dar minha opinião e de falar, mas o principal, que melhor que falar é você conseguir ouvir algo que te levante, que você consiga ver de outra forma e foi assim que eu sempre levei minha vida e foi assim que rolou desde lá do NX. Então eu quis resgatar isso em mim. Então nessa fase o mundo tá se comunicando de outra forma mas a essência de fazer som e de mostrar o que você quer é a mesma, na minha opinião.

A tecnologia que a gente tem hoje é diferente, claro, mas tudo começa num puta som com aquela energia de você conseguir ouvir uma música e ela entrar dentro de você mais do que você poder dar um discurso ou falar, porque a música às vezes você canta junto com uma pessoa que você acha que não tem nada a ver com você, então o que você tem comum é gostar da mesma música.

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Então ela tem um poder que a gente pode usar agora como uma alavanca muito forte para acelerar o processo de recuperação da galera, das pessoas, pelo menos na minha geração que querem… porra, querem mostrar trabalho, querem achar o seu lugar no mundo, sacou? Então é isso que me motiva assim porque eu ouvir essas músicas, e fazer, me botou muito para cima porque eu tinha uma escolha, ou de entrar numa deprê, ou de fazer uma música e tentar trocar uma ideia com as pessoas e ver quem se identificava com isso.

E bom Di, você já tem muitos anos de estrada, muita bagagem, mas eu queria saber como você sente e como você experiencia essas transições de um antigo coletivo para solo, que não deixa também de ser um outro tipo de coletivo, afinal, você está trabalhando com um grupo incrível de pessoas, mas o que você diria que tem mudado na sua forma de trabalhar e o que que você tem até aprendido nos últimos anos em relação a essas transições?
Di: Ah, é muito diferente assim solo, sabe? No começo eu me sentia solitário né, solo que não é ser solitário porque até eu pegar a dinâmica de entender que você não faz nada sozinho realmente… Foi muito legal poder compor com outras pessoas né porque eu estava sempre compondo com as mesmas pessoas, o que era muito legal também com os moleques do NX porque a gente se entendia, mas eu deixava de crescer em algumas outras áreas, explorar umas outras áreas minhas e agora eu peguei um jeito de entender a música que tem sido incrível para mim, sabe?

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Realmente, você não chega em lugar nenhum sozinho, tem muita gente, é outra equipe, e claro, até os moleques NX. Eu já fiz várias músicas com Gee por exemplo, sabe? Acaba sendo um coletivo até maior, então englobou muito mais gente, muito mais pessoas para fazer as minhas músicas e eu acho isso foda, cara, porque tem tanta artista novo, tem tanta gente com quem eu quero trocar e assim, a responsabilidade dessa troca é só minha, né? E isso também pesa mais né, as escolhas são só minhas, se der certo, pô, mérito, se não der, cara, eu que escolhi sozinho né, então no final das contas eu tô solo mas não tô sozinho, sabe?

Exatamente! Nunca, né? É um outro tipo de coletivo.
Di: Não dá, né? Não tem como! Não tem como [risos]

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Você já falou sobre as suas influências musicais no momento, mas para além da música, o que mais tem sido fonte de inspiração artística e de base na sua vida ultimamente, principalmente pensando na construção desse novo álbum?
Di: Eu tenho visto muitos artistas na hora de se expressar assim, de fazer arte mesmo, de pintar um quadro por exemplo, de tentar expor alguma ideia de outra forma, né? Tipo, eu tô envolvido agora em alguns projetos por exemplo de NFT, que é uma loucura, né? Que é muito para frente, só que tem coisas incríveis assim de alguns artistas que conseguem se expressar pintando e tal, mas o cara sempre escuta um som e se inspira.

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Eu tô amando também fazer aula por exemplo de guitarra, tocando mais bateria, tocando instrumentos assim mais orgânicos, tipo, não só abrir o computador e fazer uma música, coisa que eu nunca fiz porque o meu campo sempre foi cantar. Então nesse álbum eu que comecei a fazer tudo assim sozinho, gravava e tal e mostrava para as pessoas que produziram lá, que são os Los Brasileros, que são meus parceiros, e eles ‘ah, tá, essa daqui eu entendi a bateria, agora vamos chamar um cara para gravar isso direito’.

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Mas eu consegui passar a minha ideia sem querer só ficar explicando, sabe? ‘Olha, é assim’, toca baixo, toca guitarra, grava uma coisa, grava um piano e isso como instrumentista, assim, eu acho que ao vivo vai ser muito incrível para mim, eu tô aqui por exemplo, olha aqui, no estudiozinho aqui em casa [nesse momento Di vira a câmera e começa a mostrar o seu estúdio]

Ah, tá lindo, lindo! Amei.
Di: Legal, né?

Gostei da parede!
Di: Gostou da parede? [ele volta a câmera para a parede]

Muito bonita! 
Di: É, eu tô morando aqui, oh. Tô morando aqui e é isso, todo esse querer aprender né, tipo, tocar de novo, a tocar mesmo, porque eu sempre toquei, mas sempre foi: meu lado dentro de uma banda era sempre cantar. Agora eu tenho que ver todos os âmbitos, aspectos da música. Até ajudar na produção está me fazendo crescer muito, sabe?

E Di, você ainda tem, digamos, sonhos dentro da música? Por exemplo, um cara com quem você sonha em colaborar, mas não só no sentido de cantar, mas até mesmo produzir junto, compor junto, tem alguém ou algumas pessoas que você consiga pensar?
Di: Chutar alto? Vou chutar alto! [risos]

Alto, sonha alto, grande! [risos]
Di: Sim! Não, assim, uma coisa que a gente tem sempre que ter é sonho e a gente tem que alimentar ele também porque alguma coisa tem que te mover, né? E sonho assim nunca é tão bizarro, nunca pode ser bizarro, tipo, ‘ah não, isso é impossível’, nunca pode ser, mesmo que entre aspas seja, mas nunca pode ser, então tipo eu gostaria muito, muito que eu pudesse gravar uma música por exemplo com o Paul McCartney [risos], acho que seria uma coisa… ele é um cara, uma das primeiras pessoas que eu ouvi cantar na vida e que até hoje eu gosto, tipo, caralho! Então ele, o Dave Grohl, que é do Foo Fighters, também, que se ele produzisse uma música minha, gravasse bateria… o próprio Travis Barker que eu cheguei perto, assim, que eu tô quase, cada vez mais próximo e que é do Blink. Também um cara que eu gostaria muito que cantasse uma música minha é o Bruno Mars, acho ele foda. Acho que tá bom, né? [risos]

Eu sempre falo, tem que jogar pro universo, tem que jogar.
Di: Eu jogo, eu ponho numa bolha assim [Di faz um gesto com a mão como se estivesse segurando uma bolha de sabão e em seguida a sopra com a boca], eu faço isso mesmo e esqueço. Tá ligada? Esqueço! [risos]

Uma hora vem! Di, você tem uma plataforma de admiradores bem fiéis, uma galera que te acompanha e que gosta de você, então eu busquei alguns dos seus fãs na internet para ver o que eles estão querendo saber acerca do seu novo trabalho, sobre você, para dar um espacinho pra eles, então agora eu vou fazer algumas perguntinhas que eles mandaram, beleza?
Di: Claro! Beleza.

A primeira pergunta é se nesse novo material você já tem uma música que seja a sua favorita e que você esteja mais ansioso para que eles, ou seja, os fãs, escutem.
Di: Bom, a minha favorita… a que eu tô mais ansioso para todo mundo ouvir claro que é “Aonde É O Céu” porque é a primeira que vai sair, mas a galera nem imagina o que está por vir! Agora eles… é só a ponta do iceberg porque pelo que eu vi nos comentários, ninguém esperava que eu fosse fazer essa pegada de som, que é a minha pegada, é a minha pegada! Não adianta, é o que eu faço mais fácil assim, que sai mais natural para mim. Eu tô ansioso para eles escutarem a minha próxima também, que eu vou lançar e que é com um feat de um cara que também eu cresci ouvindo e que eu não vou vou dar muito spoiler, mas é um cara que tem tudo a ver comigo, que me ajudou muito assim na carreira, lá no começo.

A próxima é bem específica, então, quoto. Di, nesse projeto vamos ter uns “rockão” pra gente bater cabelo enquanto chora no banheiro?
Di: [risos] Com certeza! Sim, vai ser. Pode crer que vai ser a válvula de escape, vai ter umas porradas. Eu não digo assim… porque porrada, pra mim, tipo, não é só a guitarra alta batendo na orelha, é uma música profunda que é o lance do emo, é uma parada lá de dentro. Então vai ter, se preparem, mas elas estão muito para cima também porque elas estão muito com a vibe de show então é meio pra gente chorar junto, assim, não sozinho [risos]

A próxima pergunta é de um fã clube seu, as meninas da Central Ferrero querem saber em relação a todo esse tempo em que não estava sendo possível fazer shows, nem estar em contato direto com os fãs, como que você segurou isso de não poder estar com seu público e como que você está se sentindo com a proximidade de poder voltar aos palcos normalmente, se isso é algo que ainda te dá frio na barriga de pensar.
Di: Me dá muito frio na barriga! Qualquer show, seja grande, seja pequeno. Tipo assim, eu fico ansioso real e que bom! E enquanto eu estava nesse momento, eu estava justamente pensando em quando eu ia voltar e fazendo música. É impressionante, eu sou um louco porque eu só penso nisso. Eu até pensei em outras coisas, de realizar outras coisas e abrir umas outras frentes assim, mas nada se compara… para mim é estar no palco cantando e com a galera, assim, trocando, eu ver alguém cantando uma letra. Às vezes até eu esqueço e vejo a galera da grade, eu sempre olho a galera e eles  abrem a boca assim para cantar porque eu esqueci [Di abre a boca imitando os fãs cantando nos shows].

Então tipo, momentos como esse que não existem, sacou? Então eu fiquei pensando nisso, quando que eu vou voltar, e fazendo esse álbum para voltar direito, para voltar assim sendo o Di mesmo, sabe? Qual que é a minha primeira parada? Meu primeiro álbum. Porra, primeiro álbum, apesar de todo esse tempo de carreira, é o meu primeiro álbum, então para mim é uma coisa muito grande.

A última é delas também, da Central Ferrero, elas querem saber se você pretende fazer uma audição especial do álbum antes do lançamento com os fãs.
Di: Eu pretendo fazer uma festa, na real. Uma audição? [Di nega com a cabeça]. Uma festa mesmo assim que deixa rolando as músicas, mas é, eu só tô esperando um pouco mais porque a gente tá quase lá, entendeu? Para se encontrar, então eu não quero que seja… que ninguém tenha receio de estar junto no momento, então eu quero sim fazer, mas vai ser uma puta festa.

Pode crer que vai ser uma festa, não vai ser uma audição ‘ah, escuta aí’, não! Porque eu não gosto muito de sarau, entendeu? Tem que ficar muito quieto, todo mundo faz “shhhhh”. Eu vou em sarau, a galera fica “shhhh, escuta”. Cara, não é pra isso [risos] não é que eu não gosto tá, mas é que eu tô de saco cheio mesmo, não aguento mais. E aí eu imagino todo mundo ouvindo a música, mas curtindo muito. Eu pensei nisso. Tenho até o nome já pra essa festa ai…

Vai dar spoiler?
Di: Então, não dá porque se eu falar o nome, tem a ver com o nome do álbum, então daqui a pouco… Mas se você quiser ir, Katy, vai ser bom.

Eu já ia falar que quero meu convite. Estou convidada então?
Di: Vish, tá, claro! Lógico, lógico!

Perfeito então, obrigada [risos]
Di: Festerê mesmo, festerê! Vai ser louco!

Tô querendo mesmo [risos] Di, nosso tempo está quase chegando ao fim, infelizmente, mas assim, antes da gente terminar, você topa fazer uma dinâmica comigo? De você assumir meu lugar de jornalista, só quero saber se tem algo que você queira muito compartilhar e contar sobre o álbum, sobre o processo, sobre tudo e que eu ainda não tenho te perguntado. Fica à vontade pra pensar em alguma coisa.
Di: Bom, meu álbum vão ter 14 faixas, são muitas faixas, são muitos momentos. Desde depois que eu peguei covid e fiquei em casa, mas tem alguns feats que a galera vai curtir também e que eu posso dizer que, nessa coisa que a gente estava falando se eu ainda fico ansioso para lançar, que eu sinto que fiz a minha parte mesmo. Que eu entreguei tudo que eu tinha, de verdade, eu entreguei, me joguei, me entreguei pra galera e eu faço som para galera, para as pessoas, para trocar com as pessoas e realmente eu não vivo sem isso porque se eu fico sem isso, eu vou morrendo aos poucos, sabe? É isso que eu tenho para… É uma confissão, né?

A galera estava mesmo perguntando em relação a colaboração, se ia ter alguma parceria, mas você ainda não vai dar nenhum spoiler, né? Só que vai ter!
Di: Eu posso dizer que tem quatro feats, por enquanto. Quatro pessoas. Quatro artistas fodas. E variados.

Então por último, pra gente finalizar, você gostaria de mandar uma mensagem para todo mundo que acompanha a Nação da Música, pros seus fãs e pro público?
Di: Ah, valeu, né? Pô, Katy, a Nação da Música sempre me dá uma puta abertura, sempre muito irado falar com vocês. E obrigado. É só o começo do trabalho, tipo, é só o meu primeiro single, vai ter bastante coisa pela frente, e eu não vejo a hora de encontrar vocês no show com a banda foda que tá comigo, que também são artistas incríveis né, que é o Dan, o Bruno que era do CINE, tem o Hodari que é um puta artista foda, que é o guitarra e o baterista também que é P3raceta, que toca em um monte de banda. Todo mundo faz parte dessa cena de rock, emo, hardcore, então a gente está nesse caminho, sabe? Então eu não vejo a hora de encontrar todo mundo e a Nação também, né, para colar lá no show, colar lá na festa. É isso.

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Jornalista apaixonada por palavras, cultura e entretenimento.