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Em uma vasta história de mais de três décadas de banda, algumas subtramas de bastidores passam despercebidas pelo público e, as vezes, até dos próprios integrantes. Como é o caso da quase demissão de Lars Ulrich, baterista e co-fundador do Metallica, que voltou à tona na última segunda-feira (4).

Na verdade, os rumores sobre isso começaram a ganhar força em 2009, quando o ex-guitarrista da banda Dave Mustaine mencionou a provável desavença em entrevista, e foi corroborado, cinco anos depois, por Scott Ian, do Anthrax, na coletiva de imprensa da sua biografia “I’m The Man: The Story Of That Guy From Anthrax”. No último mês de novembro, o guitarrista Kirk Hammett confirmou os boatos, e disse que a banda realmente considerou a demissão de Ulrich em 1986.

Sobre toda essa história, Lars afirmou em entrevista, que não fazia ideia do plano interno dos seus colegas de banda, mas que já chegou a pensar na possibilidade diante das diferentes situações pessoais diante da longa história da banda.

Certamente é algo que eu nunca estive à par (…) Quando você tem algo como Metallica, junto há 35 anos, há tempos diferentes nessa jornada onde a ideia do que fazer em uma dinâmica pegajosa particular traz diferentes opções, de diferentes resoluções potenciais“, e continua. “Houve momentos em que Kirk estava meio que flutuando por aí, e havia uma par de vezes quando Hetfield estava indo por ali, e houve momentos diferentes quando eu estava meio que flutuando por aí, por isso era muito possível. Tenho certeza de que Scott Ian sabe algo que eu não faço, e eu estou bem com isso. Foi apenas algo que estava sempre no meu radar”

De volta ao presente, ou ao futuro, o Metallica deve mesmo engrossar sua discografia até o ano que vem. Como antecipou a Nacão da Música neste post.

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