De volta à coluna de Disco do Dia, inicio meus trabalhos com um álbum cheio de ódio no coração nessa segunda-feira. Brincadeiras à parte, escolhi o disco de estreia do Rage Against The Machine para dar o pontapé inicial nessa semana pré-carnaval.

“Rage Against The Machine” foi lançado em 1992 e rompeu barreiras. Funk, Rap, Heavy Metal e letras com forte teor político faziam parte da mistura inusitada que resultava em um dos grandes discos dos anos 1990. “Killing in The Name”, “Bombtrack”, “Bullet in The Head” e “Freedom” foram músicas de trabalho.

O álbum foi um verdadeiro sucesso de crítica e catapultou a banda para o grande público. Além disso, o disco figura em diversas listas como um dos melhores trabalhos de todos os tempos e também um dos mais pesados.

Melhor Música: Não tem pra ninguém, “Killing in The Name” é um hino.

Ponto Forte: São vários pontos fortes, como os solos de Tom Morello, a mão pesada de Brad Wilk, a base sólida de Tim Commerford e o vocal cru e agressivo de Zack de la Rocha.

Ponto Fraco: Não desmerecendo os outros dois discos da banda, “Evil Empire” (1996) e “The Battle of Los Angeles” (1999), mas a banda nunca mais foi tão bom quanto em “Rage Against The Machine”.

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