Foto: Reprodução/Facebook

Nesta segunda-feira (11), a revista britânica NME publicou uma entrevista com o cantor Hozier, que falou sobre seu próximo disco “Wasteland, Baby!” e a pressão para repetir o sucesso do single “Take Me To Church”, de 2013.

O material, anunciado em janeiro junto com a divulgação de uma nova música, surgiu em 2016, influenciado pelos fatos que marcaram o mundo naquele ano, como as ameaças nucleares entre EUA e Coreia do Norte. Apesar disso, o músico revelou que a faixa-título não se limita a essas circunstâncias mais sombrias.“Enquanto há outras músicas lá que têm desgraça e tristeza, ‘Wasteland Baby’ vai direto para a bondade humana”, conta.

O irlandês também comentou a participação da cantora gospel Mavis Staples em seu recém-lançado EP “Nina Cried Power”, inspirado no legado de ícones do rock, blues e soul. “Ela era uma heroína total. Nós nos cruzamos algumas vezes na última turnê e falamos de nós trabalhando juntos. Mas quando essa música surgiu, fazia sentido tê-la. Foi uma nota de agradecimento aos artistas que contribuíram com esse sentimento de protesto”, disse.

Já sobre a música “Take Me To Church”, Hozier contou que não se sentiu pressionado para escrever um novo hit. “Tratava-se mais de escrever músicas que ainda me pareciam honestas”, explicou. “Queria continuar com isso e me orgulhar do meu trabalho, ao invés de estar em uma sala de escritores, criando sucessos pop por causa de sucessos pop”.

O segundo álbum de estúdio de Hozier, “Wasteland, Baby!”, será lançado no dia 1° de março.

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