Logo, a banda Interpol estará de volta aos palcos brasileiros para show no Lollapalooza Brasil 2019, no dia 07 de abril. Desta vez, os nova iorquinos se apresentam com a turnê do disco “Marauder”, lançado no meio do ano passado.

A Nação da Música teve a oportunidade de conversar com o baterista Sam Fogarino sobre as lembranças que ele tem do Brasil, as expectativas para o show no Lolla e também sobre a produção de “Marauder”.

Entrevista por Marina Moia.

————————————— Leia a íntegra:
Interpol estará no Brasil em breve! O que os fãs podem esperar do show no Lollapalooza?
Sam: Estamos muito empolgados! Foi maravilhoso da última vez. Ir para o Brasil não é algo que acontece em todas as turnês, então é sempre muito divertido quando conseguimos ir.

Do que você mais se lembra da última vez que passaram por aqui? O que mais gostou no nosso país?
Sam: Nossa… muita coisa! [risos] Número 1 é a comida, porque é incrível. E depende muito das cidades também. Eu lembro de ver o Rio [de Janeiro], das praias, foi maravilhoso. É um cenário, algo que não estamos acostumados a ver. Especialmente no meio de uma grande cidade.

Como foi o processo criativo do disco “Marauder”? Como foi a experiência de trabalhar com Dave Fridmann?
Sam: Foi incrível! Acredito que tenha sido a melhor experiência que tive fazendo um disco, até agora. O jeito que ele trabalha, o jeito que ele explora ideias diferentes, é tudo muito bom e muito fácil de assimilar e se identificar. Ele ainda é um homem muito inteligente, tem uma família linda, e não tem muito que eu não goste nele.

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Em 2017, a banda realizou uma turnê de aniversário do álbum “Turn On The Bright Lights”. Depois de tocar o disco tantas e tantas vezes, você mudaria algo nele se pudesse? Ou ele é perfeito exatamente do jeito que foi feito?
Sam: Eu não mudaria nada! Acho que é perfeito, mesmo com suas imperfeições. Foi interessante fazer a turnê porque eu não sabia como eu iria me sentir. A gente não só tocou nosso primeiro álbum, como o fizemos na íntegra, com todas as músicas, em todas as noites.

Eu tinha medo de sentir que estava “andando pra trás”, sabe? Mas foi o contrário e nos divertimos muito. Foi como sair com um velho amigo, com quem você ia pra escola e tinha muitas coisas em comum. E esse velho amigo amadureceu bem! [risos]

A turnê e, assim como você disse, tocar o álbum em sua totalidade, teve muita influência no jeito que fizeram “Marauder”?
Sam: Só influenciou no sentido de entrega. Ao entrar nessa turnê, nós pulamos o processo de gravação e fomos direto pra parte de tocar ao vivo, o que foi muito empolgante. Tocar ao vivo é bem diferente do que tocar num estúdio. O jeito que isso influenciou o processo [de “Marauder”] foi no sentido do tempo. Estávamos tão empolgados de estarmos tocando ao vivo, para pessoas novas todas as noites. Tomara que “Marauder” signifique que ainda vamos tocar e escrever juntos por muito tempo e acho que, de certa forma, ele é até mais avançado do que “Bright Lights”.

O que mais tem ouvido ultimamente?
Sam: Eu tenho ouvido muita música eletrônica. Nenhum artista em específico, só um monte de playlists no Tidal e no iTunes. Eu tenho ouvido muito o remix de uma faixa… vou encontrar o nome dela aqui. Ela é boa demais! [ele passa alguns segundos procurando a música no celular]. Aqui! Chama “Cosmic Swimmer”. Ela é bem longa também e tem uma vibe old school, e é muito pra cima. Engraçado porque às vezes deixo só ela tocando em loop, mais nada, sabe?

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Gostaria de deixar um recado para os fãs brasileiros?
Sam: Puro e simples: mal posso esperar para ver todos vocês!

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