Entrevistamos Lindsey Stirling sobre shows no Brasil e novo disco “Artemis”

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A violinista, dançarina e compositora Lindsey Stirling está com retorno marcado para o Brasil, em São Paulo e Uberlândia, em março deste ano para a “Artemis Tour”. 

O disco “Artemis” foi divulgado em setembro do ano passado e conta com participações das cantoras Amy Lee e Elle King. A Nação da Música teve a oportunidade de conversar com Lindsey Stirling sobre a produção do disco e a passagem pelo nosso país.

Entrevista por Marina Moia.

———————————————— Leia a íntegra:
Oi, Lindsey! Obrigada por conversar com a gente. Você estará de volta ao Brasil em alguns meses. Os seus fãs estão com certeza muito empolgados! E você? Quais são os seus planos para os shows por aqui?
Lindsey: Eu estou muito animada de voltar ao Brasil. Eu não acredito que se passaram dois anos e meio desde a última vez que estive aí. Eu vou levar minha novíssima “Artemis Tour”. Vou levar dois dançarinos, minha banda, muito figurino e o máximo de produção que eu puder levar para a América do Sul. Eu amo me apresentar e estou muito empolgada de divulgar minha nova história com todos vocês. É um novo capítulo sobre quem eu sou. Eu espero que os inspire e os anime e, claro, os entretenha. 

O que você mais se lembra de ter gostado sobre a última vez que esteve no Brasil?
Lindsey: Eu amei as pessoas. Oh meu Deus, eu amo a cultura daí! Pessoas da América do Sul são tão amorosas e convidativas… muito mais do que a cultura dos EUA. Somos muito mais reservados por aqui. Eu amo que na América do Sul as pessoas são mais abertas e prontas para compartilhar o que sentem nos corações. Como uma artista, você consegue sentir isso.

“Artemis” foi lançado em setembro do ano passado e é um álbum tão incrível. Como foi o processo de criação e produção deste trabalho? Foi muito diferente dos anteriores?
Lindsey: Na verdade, eu voltei no tempo mentalmente para entrar na cabeça da Lindsey que escreveu o primeiro álbum. Quando eu escrevi aquele primeiro disco, eu não entendia todas as regras sobre o que faria sucesso ou não. Eu não sabia como escrever uma música. Eu simplesmente fiz. Eu escrevi sem limites. Então neste novo disco eu voltei para essa sensação de liberdade de escrever sem regras. Você não consegue recriar um momento ou uma obra de arte. Mas eu sinto que esse álbum capturou o espírito de amor próprio e liberdade que meu primeiro disco possui. Por conta disso, estou bem orgulhosa.

Amy Lee e Elle King são colaborações em “Artemis”. Como surgiram as ideias dessas colaborações? Pode nos contar sobre os momentos em estúdio com elas?
Lindsey: Eu sou fã da Amy Lee desde que eu tinha 15 anos. Eu costumava fazer videoclipes fingindo que eu era era. Agora, eu toquei num disco do Evanescence. Eu estive em turnê com ela, me apresentei no palco com ela e agora ela está no meu álbum com uma música que escrevemos juntas. Ela agora não é apenas minha ídola, mas também minha amiga.

Eu amo a Ellie desde que ela entrou nas paradas musicais com “Ex’s & O’s”. Nos conhecemos ano atrás num festival, mas nos unimos porque temos um amigo em comum muito especial, que faleceu, meu melhor amigo Gavi.

Tem algum artista ou banda com quem você gostaria de trabalhar no futuro?
Lindsey: Eu adoraria compor com John Williams.

Falando sobre o futuro, quais são os seus planos para 2020?
Lindsey: Eu estou escrevendo um musical e vou tentar fazer com que minha HQ da Artemis se torne uma série.

Gostaria de deixar um recado aos fãs brasileiros?
Lindsey: Mwah! [som de beijo] Eu amo muito todos vocês e mal posso esperar para reencontrá-los!

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