A banda Terno Rei é um das selecionadas para os showcases diurnos da Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM SP), que acontece entre os dias 04 e 08 de dezembro no Centro Cultural São Paulo.

Além da apresentação na Semana, a Nação da Música conversou com o integrante Ale Sater sobre o disco “Violeta”, lançado no início do ano e também sobre os planos para 2020.

Entrevista por Marina Moia.

———————————— Leia a íntegra:
Em dezembro, Terno Rei vai participar da Semana Internacional de Música de São Paulo. Como é estar entre os nomes que vão se apresentar na SIM SP? O que estão preparando para o showcase?
Ale Sater: Poxa, é muito legal. A gente já esteve algumas vezes como público e dessa vez vamos fazer parte com show e tudo mais. Como é um show bem curto, acho que vamos direto e reto, mas quem sabe até lá rola uma surpresinha!

O terceiro disco da banda, “Violeta”, foi lançado no começo do ano e traz notáveis mudanças no som e até no estilo de vocês. Como foi passar por isso, evoluir neste sentido? O que, pra vocês, mudou de verdade desde o lançamento do primeiro álbum da Terno Rei?
Ale Sater: Foi tudo muito natural, uma evolução natural de nós como grupo. Acho que começamos também a ouvir uns sons mais “hifi” e queríamos trazer um pouco mais de força nesse álbum, mais clareza nos timbres. As letras ficaram mais diretas também. Isso junto com mais convivência entre nós e mais experiência acabou ajudando. Foram dois discos e três EP’s antes desse disco, então no terceiro disco entramos mais preparados.

Vocês trabalharam na produção Gustavo Schirmer e Amadeus de Marchi e gravaram em Curitiba, certo? Como funcionou o processo de produção e gravação desta vez? Como foi trabalhar com eles?
Ale Sater: Foi importante pacas e muito gostoso. Eles ajudaram bastante na produção final das composições e também jogavam muito a favor no clima. Um lance legal tbm foi que, como era em Curitiba, tínhamos que viajar de SP para lá para gravar. Isso deixou a gente “isolados” de tudo que rola por aqui. 

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Destaco também o trampo do Nico que fez a mix e quebrou tudo.

A recepção do trabalho foi muito boa também e inclusive pode aparecer em listas dos melhores do ano. Como foi essa recepção pra vocês? E nos shows, como tem sido tocar as músicas novas durante este ano?
Ale Sater: Tipo, quando terminamos o disco gostamos muito do resultado e, inevitavelmente, tinham algumas expectativas. Mas acho que agora que faz mais de 6 meses que lançamos, putz, tá sendo bem mais legal. Conseguimos rodar bastante e mostrar o disco por aí, que era o que queríamos.

A recepção nos shows é muito foda, todo mundo cantando junto. Lembro bastante dos shows no Ibirapuera, Brasília, Porto Alegre, Sorocaba, nossa, tem sido muitto legal!

Neste ano vocês abrem o show do Keane e ano que vem já estão confirmados para o Lollapalooza Brasil! Como foi receber essas notícias e como estão as expectativas pros shows?
Ale Sater: Ah, legal demais, agora queremos mesmo é mostrar as músicas.

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Quais são os planos da Terno Rei para o ano de 2020?
Ale Sater: Temos um EP para soltar com o Tuyo, devemos gravar algumas faixas do “Violeta” em versão acústica e, principalmente, já começar a bolar o próximo álbum. Nos shows, pensamos muito em América do Sul e Portugal, mas nada firme ainda.

Gostariam de mandar um recado aos leitores da Nação da Música?
Ale Sater: Colem no nosso show na SIM!

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