Jay-Z e outros rappers pedem o fim do uso de rap como evidência criminal

Jay-Z
Foto: Divulgação
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De acordo com o The Guardian, em publicação desta quarta-feira (19), Jay-Z se uniu a diversos outros rappers como Meek Mill e Kelly Rowland para assinar uma carta que pede o fim do uso de letras de rap em processos criminais em Nova York.

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O uso das lyrics acontece há muitos anos nos Estados Unidos e elas foram usadas como evidência em casos como o de Tekashi 6ix9ine com a música “Gummo”, Drakeo the Ruler com “Flex Freestyle” em 2019 e Tay-K com “The Race” em 2017.

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Os senadores de Nova York Brad Hoylman e Jamaal Bailey já tentaram propor, em novembro de 2021, a legislação chamada “Rap Music on Trial”, que pede que essas músicas sejam usadas apenas em caso de “prova clara e convincente“.

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O direito à liberdade de expressão está consagrado em nossas constituições federal e estadual. A admissão da arte como prova criminal serve apenas para erodir esse direito fundamental e o uso de letras de rap e hip-hop em particular é emblemático do racismo sistêmico que permeia nosso sistema criminal“, disse Bailey.

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Já o advogado de Jay-Z, Alex Spiro, afirmou: “Ao mudar a lei aqui, você faz muito bem para os casos que ela afeta, mas também envia uma mensagem de que o progresso está chegando. Esperamos que seja seguido em muitos lugares.

No Reino Unido, este recurso também foi usado em casos como o de Unknown T, que foi absolvido em 2020, e Digga D, em 2018. O professor da London School of Economics Law, Abenaa Owusu-Bempah, estudou 30 casos que ocorreram entre 2005 e 2020 e disse:

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Os promotores podem usar letras e vídeos para contar a história de um rapper perigoso que reflete estereótipos antigos sobre homens negros como criminosos.” Abenaa ainda completou afirmando: “a música rap é geralmente apresentada no tribunal como ‘prova de mal caráter’

Além de Jay-Z, Meek Mill e Kelly Rowland, também assinaram a carta rappers como Fat Joe, Yo Gotti, Robin Thicke e outros. A legislação proposta pelos senadores passou o estágio inicial no senado de Nova York no início desta semana.

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Estudante de Relações Publicas sempre vista com um livro na mão e o fone no ouvido.