NM Apresenta (Especial Entrevista): Conheça a NDK

ndk

Outra semana, outra entrevista incrível para mostrar mais uma banda brasileira no NM Apresenta. E hoje é dia da NDK, banda de Jundiaí formada por Rike no vocal, Mizâo no baixo, Marcola na bateria e Caio e Chapola na guitarra.

O grupo não é tão novo no cenário musical brasileiro. Lançou, em 2010, o álbum de estreia “Vício” e agora coloca nas paradas o seu novo single, o “Evoluí”, que fará parte do novo álbum homônimo da banda, com lançamento previsto em fevereiro. Você pode ouvir as músicas da banda ali embaixo, ao final do post.

A entrevista, feita pela Nação da Música, você confere agora:

Nação da Música: Como  a NDK ganhou formação? Quando vocês viram que o som de vocês poderia ser levado adiante?

NDK: A banda em si existe desde 2005, quando o vocalista Rike e o baterista Marcola uniram os amigos pra participar de uma competição no colégio que estudavam em Jundiaí/SP.
Sobre ser levado a sério, isso aconteceu alguns anos mais tarde quando a banda começou a tocar e ver que seus shows e suas músicas agradavam o público. Em 2010 foi lançado o primeiro disco autoral e de lá pra cá o momento mais profissional e “levado a sério” da banda vem acontecendo. Hoje, tudo é uma realidade e a música é o nosso ganha pão.

Nação da Música: A pergunta de sempre: de onde veio o nome NDK?

NDK: O NDK é originário do primeiro nome que a banda utilizava, o “No Ducky”. Resolvemos abreviar pra ficar mais acessível e coerente com o novo trabalho que vamos lançar nos próximos meses.

Nação da Música: Na apresentação da banda, vocês dizem que iniciaram o movimento do “rock universitário”. Explica pra gente um pouquinho sobre o que é esse movimento.

NDK: Na verdade foi o movimento que iniciou a gente. Há quatro anos a banda vem tocando e se destacando no circuito universitário, fazendo shows nas maiores festas do estado (InterUnesp, Tusca e outros) e até em outros estados do Brasil.

Com isso, a identificação da banda com o público das universidades acabou sendo muito grande. Fizemos momentos especiais nos shows pra galera, brincadeiras que se ligam ao cotidiano do pessoal, e com isso fomos cada vez ganhando mais espaço.

Se o rock que é universitário ou se o universitário que é mais rock, pra nós não importa. Queremos levar o NDK pra todas as festas desse Brasil!

Nação da Música: A NDK é uma banda de rock. Quais bandas influenciaram o som de vocês? O que cada integrante trouxe das suas preferências musicais que tornou o som de vocês distinto? Com quais bandas ou artistas a NDK gostaria de dividir o palco?

NDK: Somos sim uma banda de rock, mas com influências de todos os lados. Não gostamos de fechar a cerca com relação aos estilos. Tem muita coisa boa que pode ser agregado aqui ou ali, sem preconceitos. É nesse sentido que entra a contribuição também de cada integrante pro grupo. Um mais pop, o outro mais rock, um mais reggae, e assim vai se formando o time.

Temos influências claras nesse novo trabalho de alguns artistas como: 311, Sublime With Rome, Alt J, Charlie Brown Jr., ForFun e alguns outros.

Já sobre bandas que gostaríamos de tocar junto, eu citaria: Marcelo D2, Skank, Natiruts e as referências que citei acima, tirando o ForFun que já tivemos essa honra e o CBJR que infelizmente não está mais aqui conosco.

Nação da Música: Em 2010, vocês lançaram o seu álbum de estreia, o “Vício” e agora acabam de lançar o single do seu novo álbum que deve ser lançado em fevereiro, o “Evoluí”. Qual a diferença do primeiro álbum de vocês para esse novo trabalho? Conta pra gente um pouquinho dessa “evolução” que ocorreu na banda, do primeiro projeto ate agora.

NDK: A diferença é total! Em nosso primeiro disco (2010) atropelamos algumas etapas importantes do processo, coisa que nesse trabalho não aconteceu.
Pra dar início a esse CD que vai ser lançado agora em fevereiro, o “NDK”, a banda fez duas viagens para locais afastados e ficou por ali durante algumas semanas, excluída do mundo, em outra sintonia.
Desse processo, surgiram as músicas e as composições que foram levadas posteriormente até o produtor do disco, o baiano Tomás Magno, pra dai sim entrar em estúdio e começar a pensar na pré produção de todo o material.
É mais tempo de dedicação, mais entendimento musical, um pouco mais de conhecimento de mercado e de vida. Sem garantia nenhuma de resultado, mas bem tranquilo com relação a isso, já que nosso objetivo era realmente fazer músicas boas, e isso acho que conseguimos.

 Nação da Música: Como está a agenda de vocês daqui para 2015?

NDK: Com certeza vai ser um ano de muitos shows! No momento temos 10 datas já confirmadas entre Janeiro e Fevereiro e vocês podem conferir tudo em nosso site oficial: www.ndkoficial.com.br

Destaco o show do dia 21/02/2015 no Clube Jundiaiense (Sede Central) em Jundiaí/SP. Esse é o dia oficial do lançamento do nosso disco, com um show totalmente exclusivo e muitas novidades.

Nação da Música: Vocês já abriram shows dos Raimundos, da Fresno, For Fun e por aí vai. Para a banda, além da evidência que a abertura dos shows dá, qual a sensação de tocar para esses grandes nomes da música brasileira?

NDK: A sensação é de estar no caminho certo. As vezes algumas coisas parecem distantes, mas se você vai chegando perto mesmo e olhando com carinho, você vê que não é tão longe assim. Que é possível chegar.
Além é claro, de estar ao lado de pessoas que te inspiram, que te fazem sorrir no dia a dia com sua música. É realmente muito bom.

 Nação da Música:  O que os fãs podem esperar do novo álbum de vocês? Contem pra gente como está sendo a produção do novo álbum e deixem um recado pra galera curtir o som da banda.

NDK: Podem esperar um NDK mais ousado, abusando de timbres e de musicalidade. Vamos trazer alguns elementos eletrônicos como batidas de hip hop e trip rock.
No momento o disco já está na fábrica e em Fevereiro vai ser lançado pra todos vocês.
Além disso, agradecemos imensamente o espaço do Nação de Música. É muito bom falar sempre com pessoas que vivem uma vida parecida com a nossa. 

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Lígia Berto: Aspirante a jornalista que dormiu demais e perdeu a hora para nascer durante a Geração Beat. Desde que entrou na faculdade, não sabe para qual lado atira: literatura, política ou cultura. São 19 anos de indecisão. Para tentar descobrir, escreve sobre os três assuntos em diferentes veículos, entre eles o Nação da Música. Irritantemente obsessiva por sagas literárias e constantemente envolvida por alguma banda britânica.

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