NM Apresenta (Especial Entrevista): Conheça a Rupestre

Para variar um pouco e abrir os horizontes, o NM Apresenta desta quinta-feira (22) apresenta a banda Rupestre, grupo brasiliense que desde de 2004 apresenta reggae com grandes influências musicais do bom e velho Rock n’ Roll, MPB, Cordel e Black Music.

E a banda é grande. Conta com Vitor Godoy no vocal, Igor Diniz no baixo, André Costa na bateria, Léo Galvão e Rafael Duarte na guitarra, Rafael Ferreira no teclado e Ruiter Castro na percussão. O trabalho da banda você pode conferir ao final do post, numa playlist especial, e também pode baixar o conteúdo gratuitamente no site oficial da Rupestre.

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A entrevista, realizada pela Nação da Música, você confere agora:

Nação da Música: O ritmo de vocês chama – e muito – a atenção. Se vocês pudessem definir o som da banda, como seria? O local de origem de vocês influencia o som da Rupestre?

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Rupestre: Nosso som tem como alicerce o ritmo reggae, mas como quase tudo na Capital, possui uma forte mistura em sua composição. Os integrantes são livres para criarem independentemente de gênero musical, o que nos traz infinitas possibilidades de mistura e possibilita a criação de um som muito peculiar. Cada músico tem a liberdade de trazer a tona suas influências, que no caso da Rupestre passa pelo rock, MPB, forró,cordel, rap e black music.

Nação da Música: Como a Rupestre ganhou formação? Quando vocês viram que o som de vocês poderia ser levado adiante?

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Rupestre: A Rupestre se formou a partir da união musical do ex-baixista Rodolfo de Paula e do vocalista Vitor Godoy ,que com composições próprias chamou a atenção de outros amigos músicos. Da formação inicial hoje temos apenas o vocalista Vitor Godoy , mas o baterista André Costa, os guitarristas Rafael Duarte e Léo Galvão estão na banda a cerca de sete anos, ou seja, quase desde o início. Os integrantes que entraram recentemente, no caso do Ruiter, do Igor e do Rafael Ferreira são músicos experientes e amigos de longa data que já conheciam de perto nosso trabalho e chegaram para acrescentar com toda sua qualidade musical.

Quanto ao sentimento de que nossa música poderia se tornar relevante, este sempre esteve conosco. Rupestre é um sonho se realizando e uma meta sendo cumprida. Estamos muito contentes com o carinho com que o público vem nos recebendo e muito felizes com o fato de nossa mensagem e música feita com tanto carinho, respeito e dedicação estar chegando cada vez mais aos ouvidos de quem curte música com forte conteúdo.
Nação da Música: A pergunta de sempre: de onde veio o nome Rupestre?

Rupestre: Rupestre é referente a pedra e o reggae bom, segundo a gíria da nação regueira, que tem que ser “pedrada” . Além disso a arte do período Rupestre é uma arte bruta, pura, essencial e viceral o que combina muito com nossa forma de trabalho.

Nação da Música: A Rupestre já tem história no cenário musical brasileiro. Se apresenta desde 2004, e já dividiu os palcos com artistas renomados, entre eles  The Waillers, B.Negão e The Congos.  Como foi dividir  o palco ou abrir o show com esses artistas?

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Rupestre: É sempre uma honra estar perto de nossos antecessores e consequentemente nossos ídolos.Temos muito respeito e admiração por quem fez história antes da gente e continua fazendo. Se não fosse por eles talvez a Rupestre nem estivesse aqui. Sentimento de honra e respeito que nos trazem fortes alegrias e sensação de realização.

Nação da Música:  Como está a agenda de vocês para 2015?

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Rupestre: A procura por nossos shows cresceu bastante depois do lançamento do nosso primeiro disco oficial. Temos quatro shows agendados para antes do carnaval e estamos analisando algumas outras propostas.

Nação da Música: No ano passado, vocês lançaram o seu primeiro CD. Falem um pouco sobre o álbum e expliquem como foi a produção dele, que foi 100% autoral e deixem um recado para os leitores curtirem o som de vocês. 

Rupestre: Nosso primeiro disco é uma obra que conseguimos realizar de forma totalmente independente e com muito suor e dedicação. Um disco com 11 faixas gravadas em qualidade fonográfica excelente.

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É como um filho que nasceu depois de dez anos de Rupestre. Temos muito carinho por esse trabalho que tem aberto muitas portas para nós e que leva mensagens de amor, paz e consciência social e espiritual.
Agradecemos muito aos fãs que tanto nos impulsionam e dão coragem para seguir este árduo caminho. Somos eternamente gratos a todos que acreditam e apoiam a gente. O reggae nunca morrerá! Somos parte de um todo e temos grande gratidão por podermos fazer parte desse universo musical tão cheio de grandes artistas talentosos. Viva a mistura!
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Lígia Berto: Aspirante a jornalista que dormiu demais e perdeu a hora para nascer durante a Geração Beat. Desde que entrou na faculdade, não sabe para qual lado atira: literatura, política ou cultura. São 19 anos de indecisão. Para tentar descobrir, escreve sobre os três assuntos em diferentes veículos, entre eles o Nação da Música. Irritantemente obsessiva por sagas literárias e constantemente envolvida por alguma banda britânica.