Sete motivos para ir ao show da Pitty

Pitty - SETEVIDAS - credito do fotografo Daryan Dornelles 6 ww

Completando um ano do lançamento do seu último disco “Setevidas”, a Pitty apresentou a atual turnê em São Paulo, no dia 04 de julho. A partir de então uma das bandas mais ativas e até influentes do cenário do rock nacional atualmente segue sua agenda de shows. As próximas datas agendadas para a turnê “Setevidas” são 23 de julho no Rio de Janeiro, e 25 em Belo Horizonte.

Contudo, outras datas já estão confirmadas em outras cidades do país – confira aqui. E para nos prepararmos para essa sequência de shows, o Nação da Música separou sete motivos para ir ao show da Pitty. Confira abaixo:

#Toca Raul!

O chamado “Pai do Rock Brasileiro” é uma das principais influencias da líder da banda Pitty, Priscila Leone. Quando criança ouvia os discos de Raul Seixas, e também já admitiu que Rita Lee influenciou sua formação musical – e até pessoal. Pois bem, a influência desses grandes nomes – além de outros da época, e até futuros – levou a cantora a criar duas bandas, e finalmente fez nascer a banda Pitty.

#Cenário

Pitty cresceu num cenário atípico e independente do rock n’ roll. Ambas as bandas que antecederam a Pitty, Shes e Inkoma, foram formadas na Bahia e em meio aos festivais undergrounds da época. Já com a Pitty, e fora do nordeste, foi também do espírito independente e persistência que as primeiras músicas da banda chegaram às rádios e na ponta de língua de todo o país.

#Nirvana

Ainda no cenário independente foi com a canção “Smells Like Teen Spirit” que a cantora apareceu no meio da música na Bahia. Por acaso, ou não, a ligação da Pitty com o Nirvana seguiu durante a carreira da banda. Em 2011 a Pitty participou do tributo internacional ao álbum “Nevermind” do Nirvana, sem contar outras performances que acrescentam o som de Kurt Cobain ao setlist – não é o caso da turnê “Setevidas”.

#Discografia

Por falar no último disco, e na set list do show, Pitty traz toda discografia de sua carreira na atual turnê. Conforme a nossa resenha do show em São Paulo – confira aqui – a banda traz uma “mescla dos seus grandes sucessos do presente e do passado da sua carreira”. Os discos são “Admirável Chip Novo” (2003), “Anacrônico” (2005), “Chiaroscuro” (2009) e “Setevidas” (2014).

#Instrumental

Em meio aos dois últimos discos os integrantes Pitty e Martin iniciaram um projeto paralelo intitulado de Agridoce. Inicialmente sem planos futuros, o projeto acabou tendo disco homônimo lançado em 2011. Claro que desde o início da carreira o instrumental da banda tinha bastante presença, mas após Agridoce a banda parece ter fundido uma nova linguagem, a partir do uso de outros instrumentos, à aspereza do rock tornando a sonoridade bem exclusiva e peculiar (e foda!) de “Setevidas”.

#Composições

As composições também pareceram se adaptar a essa nova forma de se manifestar do “Setevidas”. Mas além disso, as letras da banda sempre obtiveram destaque pela profundidade e também crítica social. A própria Pitty explica isso em entrevista, que a função do rock é falar da rua. Exemplo claro disso, no último disco, são as canções “Boca Aberta” e especialmente “A Massa”.

#Integração

A integração de todo o disco e do show é uma característica bem presente de “Setevidas”. Todas as canções do disco estão interligadas de uma certa forma, além das artes do CD e vinil, os videoclipes, a própria sincronia da banda e as imagens refletidas no telão para cada música do show.

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João Pietro: Jornalista, gaúcho e admirador da música em todas as suas vertentes. Apaixonado pela cultura e suas diversas formas de se manifestar, entende que ela é transformadora. Não dispensa um café forte, imagina que se sai bem no improviso e valoriza as relações interpessoais. Também gosta de tocar violão, admira o amor e busca ser otimista.

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