The 1975
Divulgação

O próximo álbum do The 1975, “A Brief Inquiry Into Oline Relationships”, sairá no dia 30 de novembro. A Nação da Música foi convidada pela Universal Music para ouvir antes, confira abaixo os detalhes deste novo trabalho.

The 1975” é uma espécie de introdução ao álbum, tem seu início feito com piano, falas e sons que parecem como um ensaio. Logo depois, com força, entra o vocal que, pausadamente, canta breves frases.

Com começo bem agitado, “Give Yourself a Try” é uma boa faixa, traz um riff de guitarra que está presente o tempo todo e uma bateria acelerada. Seu refrão fica bastante na cabeça, repetindo o nome da música diversas vezes. O vocal é suave e algumas vezes fica com menos destaque do que o instrumental ao fundo.

Mudando um pouco o estilo, “TOOTIMETOOTIMETOOTIME” já apresenta mais tons de pop, com toques eletrônicos e aqui a voz aparece mais abafada, sem grande força.

Maior faixa do álbum, “How To Draw/Petrichor” vem com quase seis minutos. Ela começa com sons bem leves e tranquilos e a parte cantada aparece só depois de um minuto e meio, quase que como um coral. Quando ela chega à metade, aí a batida acelera novamente com tons eletrônicos e fica em boa parte com o instrumental.

Love It If We Made It” retoma a força no vocal com versos bem ritmados e um refrão bem cativante, que utiliza muito o agudo. Mais para o meio da música a voz fica um pouco abafada, precedendo um refrão também. Ela é bem agitada e é mais uma boa faixa neste novo trabalho.

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Iniciando com um violão, “Be My Mistake” é uma ótima canção que, em seu ritmo, se diferencia bastante do que foi apresentado até então. Ela tem, durante toda a sua duração, um tom bem tranquilo, com vocais mais graves e com volume baixo, tendo o violão como principal foco na parte instrumental.

Sincerity Is Scary” vem com uma base diferenciada e a presença de alguns instrumentos de sopro que deixou a música ainda mais interessante. A voz, assim como o ritmo, é bem calma e feita quase que como um sussurro em determinados momentos.

I Like America & America Likes Me” já começa com uma mudança com relação às duas últimas, seu vocal vem coberto de efeitos e com tom robotizado. Ela retoma toques de eletrônico que apareciam em outras faixas deste álbum.

Trazendo a narração de uma história envolvendo um homem e o meio digital, “The Man Who Married a Robot/Love Theme” é inteiramente falada sem versos cantados. No final, há um breve momento de instrumental.

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Voltando com um piano forte no começo, “Inside Your Mind” tem como característica um vocal que usa muito bem o grave nos seus versos. Ela é uma das faixas mais lentas deste disco e combina bem a melodia com o instrumental.

It’s Not Living (If It’s Not With You)” já apresenta um estilo mais romântico em sua letra. Já o ritmo é mais animado, chega até ser um pouco dançante e com um ótimo refrão que fica bastante na cabeça. Ela é uma das melhores músicas dentro do álbum.

Diminuindo novamente a velocidade, “Surrounded By Heads And Bodies” vem com um violão em sua base instrumental e um vocal bem tranquilo. Ela é um pouco parada, não tem grandes alterações, mas é uma boa faixa.

Com um belo piano, “Mine” é mais uma que explora versos calmos com uma voz mais grave. Ela ainda tem, como diferencial, um saxofone ao fundo que acrescenta muito na composição. Musicalmente, é uma das mais bonitas deste disco e agrada bastante.

Mais uma bem romântica, “I Couldn’t Be More In Love” é outra ótima faixa. Ela conta com um refrão com coros de backing vocal que dão uma potência maior a esta parte da música. Além disso, os versos já são cantados de maneira apaixonante e há a presença de um pequeno solo de guitarra que poderia ser até mais explorado, mas não deixa de ser interessante.

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E fechando o álbum aparece a faixa “I Always Wanna Die (Sometimes)”. Ela começa com uma base de violão e toques que se repetem durante os versos. Seu refrão é bem cativante com a voz suave e com frases marcantes, foi uma ótima escolha para encerrar o disco.

“A Brief Inquiry Into Online Relationships” é um trabalho muito bom que vem para agradar diversos públicos. Com músicas que caem no eletrônico, algumas com toques no pop/rock e outras bem lentas apenas com piano ao fundo, ele consegue transitar bem em diversos ritmos. Ele é ótimo para ouvir e, justamente por essas mudanças, não é nem um pouco cansativo.

E para quem é fã de The 1975, o grupo estará no Brasil no ano que vem. Junto com Arctic Monkeys, Kendrick Lamar, Sam Smith e Post Malone, eles estarão presentes no Lollapalooza que acontece em São Paulo. Confira o line-up completo do festival aqui.

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