Twenty One Pilots
Divulgação

Na última sexta-feira (05), o Twenty One Pilots divulgou seu quinto álbum “Trench” nas plataformas de streaming.

Com uma boa mistura de estilos, a dupla conseguiu surpreender explorando novas áreas e resultando num disco com ótimas canções.

Ele inicia já cheio de mudanças com “Jumpsuit“. Ela tem seu começo forte, com um ritmo de guitarra que se repete durante a canção. Em seu decorrer, ela abaixa, aparecem alguns efeitos e, no final, volta a ficar mais pesada, inclusive com um vocal mais gritado. Seu refrão também é um ponto alto e bem cativante.

Levitate” vem na sequência e apresenta um contraste grande com a anterior. Seu verso é cantado mais rápido, quase como um rap. Ela também não tem um refrão forte e sem um instrumental mais trabalhado.

Em “Morph”, os versos rápidos continuam do mesmo jeito, mas essa possui uma batida mais interessante, além da mistura com vocal mais agudo que deixa a faixa mais diferente no refrão.

My Blood” já é uma música mais dançante, possui um ritmo mais animado e seu refrão fica bastante na cabeça, já que se repete bastante.

- PUBLICIDADE -

Chlorine” é uma das maiores do álbum e inicia com um vocal um pouco abafado e batida lenta. A partir de dois minutos há uma mudança, ela acelera e seu refrão ganha mais força. Apesar de mudar o estilo no final, ela é uma boa música.

Mais uma faixa com mudanças é “Smithereens”. Começando com a voz mais suave, ela apresenta alguns efeitos em seu instrumental. No meio, ela fica mais rápida e seus versos mais repetitivos com vocal mais agudo.

Neon Gravestones” retorna com os versos em rap, mas dessa vez com uma batida mais dramática. Seu refrão também é cantado de maneira grave combinando com o fundo. No final, ela fica um pouco cansativa, mas pela diferença do que foi apresentado até o momento ela é bem interessante.

Em “The Hype” o vocal já volta a ter uma melodia mais presente e de maneira mais suave novamente. Aproximando-se do final, ela desacelera e retorna ao ritmo normal com batida mais forte e repetindo o refrão. Ela fica bastante na cabeça, é mais puxada para o pop.

- PUBLICIDADE -

Nico And The Niners” já tinha sido lançada como single é mais parada. Seus versos são cantados mais lentamente e a batida não muda muito durante a faixa. Ela apresenta o mesmo estilo trazido por algumas anteriores no álbum.

Trazendo trejeitos do pop de novo, aparece a “Cut My Lip“. Ela possui um ritmo que se repete durante toda a canção e, em seu refrão, ganha mais força. Na ponte, o vocal fica extremamente agudo e quase sem batida ao fundo, diferenciando-se um pouco do que foi feito.

Bandito” é a maior faixa do álbum e em boa parte é lenta também. Ela usa bastante de backing vocal para compor o fundo. A partir dos quatro minutos, o instrumental ganha volume deixando ela um pouco mais animada.

Pet Cheetah” talvez seja a música mais diferente dentro do disco. Ela inicia com forte aspectos eletrônicos e no meio entra um rap com ritmo totalmente diferente do que estava antes. Ela também possui diversos efeitos sonoros, é uma canção bem interessante.

Legend” é uma excelente música, uma das melhores do álbum. Ela também cai para o lado mais pop com vocal melódico e tem um ritmo bem alegre. Realmente se destaca no disco.

- PUBLICIDADE -

Para encerrar, “Leave The City” tem seu início com tom dramático e, apesar de algumas variações em seu decorrer, ela mantém esse estilo do começo ao fim. Seu ponto alto é a mudança no meio da música quando há um instrumental mais bem trabalhado em que há um destaque maior para a voz também.

A dupla sai do básico pop/rock que apresentaram anteriormente e apresenta um excelente álbum trabalhado em diferentes aspectos de ritmos como rap, eletrônico, além do próprio pop e rock. Com essas variações, é muito difícil de cansar de ouvir este novo trabalho.

Deixe seu comentário no final da página, marque aquele seu amigo que também curte Twenty One Pilots, e acompanhe a Nação da Música nas Redes Sociais: Facebook, Twitter, Spotify e Instagram.