Resenha: “A Bolha” – Vitor Kley (2020)

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Vitor Kley
Foto: Capa “A Bolha”
@nacaodamusica

O Vitor Kley lançou, nesta quinta-feira (18), seu novo álbum de estúdio intitulado “A Bolha” em todas as plataformas de streaming.

Composto por doze canções, o disco é puxado mais para o pop, mas ainda tem um toque de rock – algo que diferencia o cantor. Além disso, ele possui parcerias com outros artistas e é repleto de hits.

A Nação da Música realizou também uma entrevista com o cantor sobre este novo trabalho e o sucesso dele em Portugal. Confira a conversa na íntegra aqui.

A música que abre o álbum é “Ainda Bem Que Chegou” e foi uma excelente escolha para começar. De início, ela parece uma canção tranquila, porém com o passar do tempo, os instrumentos ganham força ao fundo e fica uma bela composição. Ela ainda conta com um refrão forte

Na sequência, indo bem para o pop, vem a já conhecida “Jacarandá”. A parceria com Vitão é uma das músicas mais cativantes do álbum, tanto refrão quanto versos ficam muito na cabeça e ela possui uma melodia extremamente agradável.

Já “Menina Linda” tem um estilo mais leve do que a anterior, porém mantendo a pegada pop. Nela, ele canta sobre uma mulher, fala de seus diferentes jeitos, como ele do surf e ela da yoga. Seu refrão também é bem envolvente e repete muito ao longo da canção.

Anjo ou Mulher” é uma das músicas mais bem trabalhadas instrumentalmente neste disco, ela é excelente. É uma diversidade grande de instrumentos e todos muito bem explorados, criando uma harmonia ótima. Neste ponto, ela é uma das mais belas neste novo trabalho.

Outra que já havia sido liberada previamente é “O Amor é o Segredo”. A letra desta é bem bonita, falando sobre a essência do amor e a beleza do sentimento. Mesmo sendo um pouco mais lenta, a música é um hit, que prende muito quem está ouvindo.

Ponto de Paz” tem um estilo mais leve e é mais uma com uma composição de instrumentos muito bonita. Do meio para frente há um excelente uso de instrumentos de sopro que deixam a canção muito interessante.

A faixa-título, “A Bolha”, vem na sequência e muda bastante o estilo do que foi apresentado até então. Aqui a guitarra já aparece com mais destaque com um volume maior e a canção é levada mais para o rock do que as anteriores. É uma música muito boa e que, por seu diferencial no ritmo, se destaca bastante.

Desacelerando bem, aparece “O Tempo”. Esta já é uma música que inicia de maneira bem mais tranquila e com toques pontuais de piano ao fundo, que aparecem bem. A letra também é muito boa e o refrão é um dos melhores do disco com destaque para a frase “Será que chove lá fora ou será que a tempestade é aqui dentro?”.

Sua Falta” é uma faixa bem mais leve, em que Vitor Kley canta sobre sentir falta de uma pessoa. Ela é bem calma, além do violão ao fundo, possui também até assobios no início. Apesar da saudade, ele fala também de se amar e saber viver sem uma pessoa ao lado, uma mensagem bonita.

Já “Retina” possui um ritmo bem mais animado e a sua batida tem alguns recursos comuns no hip-hop como o som da mão parando o vinil. Com isso, ela ganha um formato bem diferenciado, que ainda não havia sido mostrado pelo cantor. É um estilo que combinou bem com ele e fez muito bem ao álbum.

Na segunda e última colaboração do disco, “Dúvida” vem com a participação de Jão. Com uma parceria dessa, o hit já é consequência óbvia. A canção é realmente muito boa e uma das mais bonitas do disco, ela inicia de uma maneira bem interessante com um belo piano ao fundo e ganha força ao decorrer do tempo com o volume ao fundo crescendo. A combinação de vozes foi ótima e os dois artistas se encaixaram bem na música.

Para encerrar, aparece “Vai Na Fé”. Ela já mostra seu potencial logo no início com um excelente coral de vozes femininos, o que dá um belo diferencial para o restante do álbum. A composição de letra também é muito boa e consegue terminar bem o disco num ritmo extremamente agradável.

Em “A Bolha”, Vitor Kley mistura diferentes ritmos, do pop ao rock, mas sem perder sua essência. Em doze canções, ele consegue emendar vários hits e fazer músicas boas que dificilmente sairão da cabeça de quem está ouvindo. O álbum ainda conta com duas parcerias muito bem escolhidas e que se encaixaram bem demais neste novo projeto. Com isso, o cantor dá mais um passo e se firma como um dos grandes nomes atuais do pop brasileiro e, sem dúvida, uma das maiores revelações dos últimos anos.

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