Garbage mostra no The Town que grunge ainda tem público bastante fiel

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Foto: Ariel Martini / I Hate Flash

Primeira atração internacional do Palco Skyline na noite deste sábado (09), a banda Garbage trouxe ao The Town toda a versatilidade que construiu ao longo de sua carreira na cena alternativa.

Com uma grande introdução apresentada por luzes vermelhas e a vocalista Shirley Manson vestindo uma roupa também vermelha e exótica, a banda abriu o show com “Supervixen”, um de seus primeiros hits no final dos anos 90.

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Seguindo com o solo de baixo que introduzia “#1 Crush” e os efeitos sonoros de moedas “The Men Who Rule The World”, o Garbage demonstrou em seu primeiro ato um alto nível de excelência musical, desde as distorções características de seu som, até a potência da voz de Shirley Manson, que disse estar se sentindo rouca ainda nesse início de apresentação após “Run Baby Run”.

“Estamos muito honrados de estar na linda cidade de vocês, fazia tempo que não vínhamos!”, disse a vocalista, nitidamente emocionada, seguindo com um discurso em agradecimento ao Foo Fighters por terem chamado-os para abrir o show de dois dias atrás em Curitiba. Destacando também a honra de dividir os palcos do The Town com o Yeah Yeah Yeahs, o Garbage seguiu com uma energia um pouco mais centrada em sintetizadores com “Wolves” e um cover de “Cities In Dust”, clássico de Siouxsie And The Banshees.

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Após relembrarem a nostalgia dos anos 90 com versões agitadas e contagiantes dos hits “I Think I’m Paranoid” e “Stupid Girl”, a banda passou um pouco por alguns de seus singles mais recentes e voltados mais ao dance, “No Gods No Masters” e “Godhead”, definida por Shirley Manson como “uma música em que enfatizando como seria se eu tivesse um pênis”.

Saltando dos toques de experimentalismo e as distorções presentes em “Vow” para um breve momento um tanto quanto mais acústico com o piano que introduziu “Only Happy When It Rains”, o Garbage encerrou com a performance de “Push It” em êxtase. Apesar da incerteza sobre quando podem voltar ao Brasil, o Garbage reafirmou num show que pareceu mais curto do que realmente foi, que o espaço para o grunge ainda é muito bem vindo nos festivais nacionais.

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Natália Barão
Natália Barão
Jornalista, apaixonada por música, escorpiana, meio bossa nova e rock'n'roll com aquele je ne sais quoi