Playlist de fim de ano: o que nós escutamos ao longo de 2020 #7

Playlist de Final de Ano
Nação da Música
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@nacaodamusica

Se eu já tinha o costume de ouvir música praticamente 24/7, o ano de 2020 conseguiu elevar isso a um novo nível. Apesar dos meus planos de ir ao máximo de shows possível terem ido por água abaixo, esse ano, mais do que nunca, me senti ainda mais conectada à música. Em meio a tantos momentos difíceis da pandemia, nada melhor do que viver a rotina da quarentena com uma boa trilha sonora de fundo em uma playlist.

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Quando o Rafa – editor-chefe – falou pra cada um do Nação da Música fazer uma playlist com as músicas que mais ouvimos ao longo desse ano, confesso que não achei que isso me daria tanto trabalho. Mas a verdade é que eu sou péssima pra escolher porque como eu basicamente respiro música, minha playlist acabou ficando imensa. No entanto, é fato que o meu 2020 teve seus highlights.

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A começar pela minha musa inspiradora, Avril Lavigne, que é parte vital dos meus dias desde os hits mais antigos, como “I’m With You” e “Nobody’s Home”, até as faixas do último álbum, “Head Above Water”, como “Birdie” e “I Fell In Love With The Devil”. Falando em nostalgia, meu ano também foi marcado por alguns sucessos láaa das décadas passadas, indo desde David Bowie e Bikini Kill de meados dos anos 90, até Matchbox Twenty nos anos 2000.

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De volta ao presente, percebi que uma das coisas que mais marcaram meu 2020 foi a descoberta de muitos artistas novos (alguns que não necessariamente começaram a carreira agora). E grande parte disso se deve à série “High Fidelity”, da hulu, em que Zöe Kravitz vive a dona de loja de uma loja de discos em Nova York. É fato que sempre me encantei por trilhas sonoras, mas a dessa série é, de longe, uma das melhores e mais diversificadas que eu já ouvi, com destaque especial pra “Come On Eileen”, do Dexys Midnight Hunters, e “The Real Me”, do Radio Stars.

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Falando em novidades, os álbuns de maior destaque pra mim foram em grande parte da discografia da Charli XCX. Desde o ano passado eu já a acompanhava depois do lançamento do “Charli”, e enquanto esperei o “how i’m feeling now” (pra mim, um dos melhores do ano), aproveitei para conhecer os outros álbuns da carreira dela, como o “Pop 2” e o “Number 1 Angel”. Além da Charli, minha onda pop em 2020 incluiu também os discos “Chromatica” da Lady Gaga, “SAWAYAMA”, da Rina Sawayama, “Future Nostalgia” da Dua Lipa, “Rare”, da Selena Gomez e “positions”, da Ariana Grande.

Como também sigo uma linha que envolve o rock e a música alternativa, as bandas Nothing But Thieves, Violet Soda, Nasty Cherry, Best Coast, Terno Rei, e artistas como Brvnks, Ashnikko e Phoebe Bridgers também estiveram no meu looping deste ano. Para fechar, não posso deixar de destacar a importância que o funk teve em me consolar de todas as festinhas que eu gostaria de ter ido esse ano, especialmente por parte da Pabllo Vittar e da Mc Rebecca. Se alguma parte desse texto te tocou, não deixe de conferir no final dessa publicação minha playlist completa com a retrospectiva do meu 2020.

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Jornalista, apaixonada por música, escorpiana, meio bossa nova e rock'n'roll com aquele je ne sais quoi