Especial: The Voice USA – Christina e Blake definem seus times

Nessa segunda parte das eliminatórias conheceremos quem são os 5 integrantes dos times de Blake Shelton e Christina Aguilera a seguirem no programa. A primeira batalha da noite marcou a vitória de Devyn DeLoera, apresentando “I Have Nothing” de Whitney Houston, sobre Laura Vivas, que apresentou o “I Need To Know” do Marc Anthony. Decisão fácil de Christina, a voz de Devyn se encaixa melhor na proposta dela de formar um time pop.

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Na seqüência das batalhas pop do time Xtina, vimos Adriana Louise bater Celica Westbrook com sua apresentação de “Already Gone”, da Kelly Clarkson. Ao contrário de sua concorrente, que apresentou “Never Say Never” do Justin Bieber, Adriana conseguiu provar toda a capacidade de sua voz, enquanto Celica parece ter feito uma apresentação muito comum.

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A próxima voz pop a garantir vaga nos playoffs foi a de Dez Duron, que fazendo uma bonita e emocionante apresentação de “Stuck On You”, do Lionel Richie, bateu Alessandra Guercio que cometeu alguns deslizes com “Take A Bow”, da Rihanna.

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Chevonne, que havia sido roubada por Christina do time de Cee Lo, enfrentou a extrovertida De’Borah. Apesar de uma enérgica performance de “Dancing With Myself”, do Generation X, Chevonne não foi capaz de superar a perfeita voz de De’Borah, que cantou com muita alma a lindíssima “You Found Me”, do The Fray.

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E preenchendo a última vaga do time de Christina Aguilera temos Sylvia Yacoub, que além de fazer uma linda apresentação de “Fighter”, música da sua coach, contou com um dia pouco inspirado de Aquile. Parece que faltou alguma coisa em relação ao que ele havia mostrando nas outras fases do programa em sua performance de “Grenade”, do Bruno Mars.

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Blake Shelton parece ter sido, nesta fase, o treinador que pensou melhor nas escolhas dos pares a serem formados em seu time. Sempre colocando duas vozes parecidas, com a intenção de formar uma equipe bastante variada. Logo no primeiro duelo, duas musas country. De um lado, Gracia Harrison fugindo um pouco do convencional e apresentando “I Don’t Wanna Miss a Thing”, do Aerosmith. Do outro, Liz Davis com o country pop de Miranda Lambert em “Gunpowder & Lead”. Vitória daquela que apresentou o som que se sente mais confortável cantando, vitória de Liz Davis.

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Seguindo com as escolhas de seu time, a próxima decisão que Blake tomaria era qual a voz rock n’ roll ele manteria sob sua tutela: Rudy Parris ou Terry McDermott. Escolha muito difícil, ainda mais após as ótimas apresentações. Rudy mostrou versatilidade ao cantar “Forever”, do Chris Brown. Enquanto Terry, e todo o seu sotaque britânico, encantaram com “Maybe I’m Amazed”, do Paul McArtney, e cativaram mais o atual campeão. Vaga na próxima fase para Terry!

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Outra voz do time Blake que garantiu vaga nos playoffs foi a de Michaela Paige. Ela apresentou “Love Is a Battlefield”, da Pat Benatar, e dominou muito mais o palco do que Collin McLoughlin com sua balada romântica “Breakeven”, do The Script.

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Depois vimos Julio Cesar Castillo, que se fortaleceu muito depois da vitória nas eliminatórias,  superar todas as expectativas cantando muito bem “Somebody To Love”, do Justin Bieber, e vencer MarissaAnn. Ela que fez uma apresentação tão surpreendente quanto a de Julio, cantando “Lady Marmalade”, do Labelle, e popularizada no inicio dos anos 2000 por Christina Aguilera, Pink, Mya e Lil’ Kim.

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Para fechar a noite em grande estilo, frente a frente duas das melhores vozes do time de Blake Shelton. Cassadee Pope, para a tristeza de Adam Levine que não conseguiu contar com ela em seu time, apresentou o sucesso do Maroon 5 “Payphone”. Enquanto Suzanna Choffel cantou “Could You Be Loved”, do Bob Marley. Talvez a derrota de Suzanna tenha sido exatamente pela escolha da música que, apesar de exigir uma ótima técnica vocal, não é aquele tipo de canção que levanta o público, como foi o caso da performance de Cassadee. Vaga nos playoffs para a ex-vocalista do Hey Monday!

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Vicente Pardo: Editor do Nação da Música desde 2012, formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal de Pelotas em 2014. A música sempre foi sua paixão e não consegue viver sem ela. É viciado em procurar artistas novos e não consegue se manter ouvindo a mesma coisa por muito tempo. Também é um apaixonado por séries de TV e cultura pop.