Neste mês de dezembro, a Nação da Música traz como destaque dois artistas que consideramos apostas pra o próximo ano. Na última semana você conferiu um pouco da história do You+Me, desta vez o destaque fica com outro duo, o Royal Blood. A dupla britânica é formada Mike Kerr nos vocais e baixo e Ben Thatcher na bateria. Isso mesmo, você não leu errado, sem guitarristas.

No final de 2013, o Royal Blood foi considerado pela rádio BBC como o “Sound Of 2014”, uma espécie de destaque ao artista que a emissora considera que será destaque no ano seguinte. Mais do que uma previsão, o título era uma certeza. Desde seus primeiros shows e lançamentos de demos, no mesmo ano, o duo chamou atenção da mídia especializada. Antes mesmo de lançar um disco de fato, a banda já era considerada uma revelação.

O grupo chamou muita atenção na Inglaterra, sendo convidado pelo Arctic Monkeys para abrir alguns shows da turnê do grupo em maio deste ano. O primeiro disco do Royal Blood foi lançado oficialmente em agosto. O álbum autointitulado chegou às lojas envolto em expectativa. Se uma banda já havia alcançado tanto reconhecimento, de forma tão rápida e sem um trabalho oficial, o que estaria reservado para o duo?

A resposta foi rapidamente respondida. “Royal Blood” alcançou o primeiro lugar das paradas nos Reino Unido rapidamente, além de impulsionar a banda no cenário global. Além de figurar em diversos festivais importantes, o Royal Blood também chamou atenção de outros grandes nomes do cenário musical mundial.

Jimmy Page, do Led Zeppelin, afirmou que estava ansioso para ver uma apresentação da banda. Além disso, Page afirmou que a sonoridade do Royal Blood é absolutamente fantástica, e que Mike e Ben são músicos de primeira linha. Quem também se apaixonou pela dupla britânica foi Dave Grohl, que convocou o grupo para abrir alguns shows da turnê do Foo Fighters no próximo ano.

Com este poderoso histórico, escrito em pouco mais de um ano de atividade, o Royal Blood é uma aposta certeira para 2015. Além do novo ano já reservar uma série de apresentações importantes para a banda, os britânicos poderão trabalhar de forma mais exaustiva a divulgação de seu álbum nos Estados Unidos.

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Se a fórmula que deu certo na Europa se repetir em solo norte-americano, ouviremos falar muito do Royal Blood em 2015.