Especial: The Voice USA (5) – Começam as eliminatórias

Esta semana o The Voice chega a sua fase eliminatória. Dois candidatos do mesmo time seguem duelando entre si, mas, desta vez, cada um cantando uma música de escolha própria. A novidade desta temporada é que cada treinador ganha um novo “roubo”. Ou seja, quatro candidatos eliminados terão a chance de retornar ao programa, em um novo time. Confira agora tudo que rolou na primeira noite de eliminatórias!

A abertura da noite começou com uma disputa dentro do time de Christina Aguilera. A escolha da estrela pop foi por colocar Josh Logan, que apresentou “Living For The City”, de Stevie Wonder. Ele enfrentou Amber Nicole, que apresentou “Mamma Knows Best”, de Jessie J.

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Nesta nova fase do programa, os candidatos tem a chance de trabalhar pela primeira a sós com seus treinadores. Uma grande possibilidade deles aprenderem novos truques vocais e de performance. Para os coaches também é uma ótima oportunidade de trabalhar pontos específicos que queiram melhorar em seus pupilos.

Logo após as duas apresentações, Christina tomou uma difícil decisão e ficou com Josh em sua equipe. E na primeira disputa da noite já tivemos um perfeito exemplo de como esta fase funcionará. Cee Lo e Blake apertaram seus botões para roubar Amber para suas equipes. Após diversos argumentos, ao melhor estilo blind auditions, a jovem de 17 anos escolheu pela equipe de Green.

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O time de Cee Lo Green subiu ao palco na sequência. O primeiro par escolhido por ele para duelar foi Kat Robichaud contra Monika Leigh. Kat manteve o seu estilo pop-rock e escolheu por apresentar “You Oughta Know”, de Alanis Morissette. Enquanto Monika, que foi roubada por Green do time de Blake, apresentou “Hit The Road Jack”, de Ray Charles.

Os desafios de Cee Lo foram diferentes nesta fase. Em Kat ele precisava trabalhar o poder da voz da competidora, que se encaixa perfeitamente na canção escolhida por ela. Já Monika precisava ousar mais na sua performance, para dar a música que pretende apresentar uma atmosfera diferente.

A vitória desta eliminatória foi para aquela que conseguiu fazer uma apresentação que fosse mais do que somente a sua voz. Lembrando que, nas fases ao vivo, a performance é tão importante quanto o talento vocal, já que o voto passa a ser popular. Vitória para Kat Robichaud, enquanto Monika não teve a mesma sorte de ser roubada novamente.

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O time de Blake Shelton subiu ao palco na sequência, com uma disputa de Holly Henry e Nic Hawk, que foi roubado por ele durante as batalhas do time de Adam Levine. Mantendo o seu estilo melódico e voltado para o rock alternativo, Holly apresentou “Creep”, do Radiohead. Já Nic, que tem uma voz bastante exótica e que chama muita atenção, cantou “Genie In A Bottle”, de Christina Aguilera.

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Enquanto Holly lutou para acertar algumas pequenas falhas em sua voz, Hawk teve que se esforçar para adaptar o sucesso de Christina para a sua voz, dando uma nova atmosfera para a canção.

Mais uma vez ficou evidente que a vitória nesta fase seria sempre daquele competidor que conseguisse aproveitar melhor os momentos em particular com seus treinadores. A vitória foi para Nic Hawk e sua incrível releitura de “Genie In A Bottle”.

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Pelas credenciais no programa, a primeira disputa do time de Adam Levine tinha tudo pra ser a melhor da noite até agora. Ele colocou frente a frente duas competidoras que viraram duas cadeiras durante as blind auditions: Ashley DuBose e Tessanne Chin.

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Ashley apresentou “Hey, Soul Sister”, do Train, como uma tentativa de mostrar um lado mais divertido de sua personalidade e mostrar para o seu treinador a sua versatilidade. Já Tessanne explorou mais os desafios com a sua voz, cantando “Stronger (What Doesn’t Kill You”, da Kelly Clarkson. Uma música que é um grande desafio para ela e Adam encontrar o nível certo.

Após duas incríveis performances, como o esperado, Adam teve uma decisão difícil a tomar. Mas a vitória foi para aquela competidora que ousou mais na sua performance. Com certeza a escolha do repertório foi parte importante na vitória de Tessanne Chin.

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A segunda batalha no time de Blake colocou frente a frente Briana Cuoco e Shelbie Z. Briana foi eliminada do time de Christina durante as batalhas e ganhou uma segunda chance com Shelton. Ela escolheu “Don’t Speak”, do No Doubt, para tentar uma vitória no programa. Seu grande desafio foi não levar a sua voz fora do limite.

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Já Shelibe Z é uma forte competidora do time de Blake, e seu estilo é perfeito para ser treinado pelo atual tri campeão do The Voice. A escolha de Shelbie foi por “Last Name”, de Carrie Underwood. O grande foco do treinamento dela foi melhorar a sua presença de palco.

Shelbie explorou demais os recursos que vão além de sua poderosa voz, uma apresentação de quem conhece não só a música como o palco. Escolha fácil para Blake, Shelbie Z se mantém forte no time Shelton.

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Em sua última disputa da noite, Adam colocou frente a frente Grey contra James Irwin, outras ótimas vozes que conseguiram virar muitas cadeiras durante as blind auditions. Grey, com sua poderosa voz para baladas, apresentou “Already Gone”, de Kelly Clarkson. O grande desafio dos treinamentos foi conseguir com que ela mantivesse os picos da canção na hora certa.

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James Irwin, o candidato que voltou nesta temporada para uma segunda chance e virou quatro cadeiras, apresentou “Breakeven”, do The Script. Uma música que se encaixou perfeitamente na voz de James, que precisou dar uma emoção necessária para tornar a performance ainda melhor.

O esforço do treinador para levar seus candidatos a perfeição acaba tornando as decisões mais difíceis. E Adam conseguiu levar estes competidores ao limite. A vitória poderia ser para qualquer um, qualquer resultado seria justo. Vitória para Grey, enquanto James terá que procurar a chance de ser A voz em outra oportunidade.

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A disputa seguinte no time de Christina colocou frente a frente duas vozes country/pop. Destinee Quinn contra Olivia Henken. Destinee escolheu por apresentar “See You Again”, de Carrie Underwood, para honrar a memória de grandes mulheres da sua família. O grande desafio de Christina Aguilera era dar a Destinee os tempos necessários para tornar a canção ainda mais emotiva.

Já Olivia optou por cantar “You’re No Good”, música de Dee Dee Warwick e eternizada em diversas versões ao longo dos anos. Assim como o treinamento de sua adversário, Olivia Henken precisava adaptar alguns detalhes de sua voz para o que a música exigia. Um verdadeiro desafio.

Mas a fase eliminatória é feita de desafios. É aqui que os competidores de verdade se revelam, escolhendo músicas que os tirem de sua zona de conforto mas que, ao mesmo tempo, levam suas vozes a um novo nível. A vitória desta disputa foi para aquela cantora que fez isso melhor, Olivia Henken.

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Fechando a noite uma disputa difícil no time de Cee Lo Green, que colocou no palco duas de suas vozes favoritas. Cole Vosbury enfrentou Jonny Gray. Cole escolheu “Let Her Go”, do Pessenger. Uma música que parece se encaixar muito bem ao seu estilo e a calma e rouquidão da sua voz.

Do outro lado da disputa, Jonny Gray. O ex-soldado que coloca muita emoção em suas apresentações, escolheu por cantar “We Can Work It Out”, dos Beatles. Logo nos ensaios era possível perceber as semelhanças entre as vozes dos dois competidores, além de sua competência vocal. O grande desafio de Cee Lo com Gray, foi fazer com que ele trouxesse a audiência para sua apresentação.

Ambos os candidatos fizeram performances incríveis, que renderam muitos elogios de todos os treinadores. A vitória foi de Jonny Gray, mas Cole não deu adeus ao seu sonho. Ele foi o alvo de uma divertida disputa entre Adam Levine e Blake Shelton, quando ambos tentaram roubar o talento de Vosbury para seus times. Cole segue vivo no The Voice, só que agora treinado por Shelton.

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Vicente Pardo
Vicente Pardo
Vicente Pardo: Editor do Nação da Música desde 2012, formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal de Pelotas em 2014. A música sempre foi sua paixão e não consegue viver sem ela. É viciado em procurar artistas novos e não consegue se manter ouvindo a mesma coisa por muito tempo. Também é um apaixonado por séries de TV e cultura pop.