Metallica prova em show de São Paulo que ainda tem muito gás para dar

Metallica
Foto: Camila Cara / T4F
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Não deve ser fácil ser Lars Ulrich, baterista do Metallica. O dinamarquês de 58 anos precisa acompanhar em seu instrumento alguns dos riffs de guitarra mais velozes da história da música durante duas horas seguidas. E várias vezes por semana.

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Já o vocalista e guitarrista de também 58 anos, James Hetfield, não carrega uma das tarefas mais tranquilas: ele precisa segurar o “gogó” durante todo o concerto que inclui muitas interações de “hey, hey, hey” com o público e gritos de “Die, die, die”, como visto na música “Creeping Death”.

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No entanto, a idade não é um problema para os integrantes do Metallica. Pelo show que o grupo apresentou nesta terça (10), no Estádio do Morumbi, em São Paulo, o gás da banda está longe de acabar e as responsabilidades que cada um tem no palco são executadas com a mesma disposição de jovens músicos de vinte e poucos anos.

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Junto de Hetfield e Ulrich, o guitarrista Kirk Hammett e o baixista Robert Trujillo, de 59 e 57 anos, respectivamente, também exibiram uma empolgação jovial pouco vista em bandas que têm a mesma longevidade do Metallica, ou seja, quatro décadas de estrada. Enquanto o guitarrista corria pelo palco, o baixista fazia agachamentos e dava giros intermináveis com seu instrumento.

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No repertório foram tocados todos aqueles clássicos já esperados pelos fãs: “Seek & Destroy”, “Master of Puppets”, “Whiplash”, “Ride The Lightning”, “One”, “Fade to Black”, “Fuel” e, obviamente, “Nothing Else Matters” e “Enter Sandman” que encerraram a apresentação. As surpresas ficaram por conta de “Holier Than Thou”, do “Black Album (1991)”, “No Leaf Clover”, do S&M (1999) e “Dirty Window”, do polêmico disco St. Anger (2003).

Com o estádio lotado, a apresentação do Metallica que deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada devido à pandemia do coronavírus, exibiu a melhor estrutura de palco da banda já vista em terras brasileiras. Os telões gigantes e de alta qualidade, somados por projeções incríveis e bem elaboradas, proporcionavam uma ótima visão a qualquer pessoa que estava no local.

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De acordo com o show visto na capital paulista, podemos afirmar que, para a alegria dos fãs, o Metallica ainda tem muitos anos de vida pela frente sem deixar o ritmo cair, porque manter o pique do gênero musical popularizado por eles, o thrash metal, não é para qualquer músico. E, eles estão tirando de letra.

Greta Van Fleet
Quem aqueceu o palco para o Metallica foi a novata banda norte-americana Greta Van Fleet, que veio pela segunda vez ao Brasil. O conjunto dos irmãos gêmeos Josh e Jake Kiszka (vocal e guitarra, respectivamente), mais o irmão mais novo Sam Kiszka (baixo) e o baterista e amigo Daniel Wagner, apresentou o rock and roll setentista que levou a banda ser conhecida.

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Com influência nítida de Led Zeppelin, o Greta Van Fleet passeou entre seus dois discos de inéditas no repertório: “Anthem of the Peaceful Army”, de 2018, e o mais recente “The Battle at Garden’s Gate”, lançado em 2021, mostrando ter sido uma ótima escolha e um apetitoso aperitivo para o público que esperava pela banda de James Hetfield.

É razoável dizer que cada década tem a sua própria banda que remete ao som setentista liderado por nomes como Led Zeppelin e The Who. Houve o auge do The Black Crowes e do Rival Sons, e, agora é a vez do Greta Van Fleet brilhar. O rock and roll é quem agradece.

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Antes deles, tocou a banda brasileira Ego Kill Talent, que tem o ex-baterista do Sepultura, Jean Dolabella, na formação.

Texto por: Itaici Bruneti

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