“A Fever You Can’t Sweat Out” é o álbum de estreia da banda americana Panic! at the Disco, sendo lançado no dia 27 de setembro de 2005 pela Fueled by Ramen. Com as letras escritas por Ryan Ross, o álbum trata em várias músicas de assuntos como casamento, adultério, alcoolismo e prostituição. O álbum estreou em 13º lugar na Billboard 200, permanecendo por 66 semanas. Este CD recebeu ainda certificado de platina pela RIAA e vendeu mais de 2.2 milhões de cópias pelo mundo.

O segundo álbum da banda veio em 21 de março de 2008, com o nome de “Pretty. Odd.”. Com uma sonoridade diferente do primeiro álbum, este trás uma inspiração de Beatles e The Beach Boys. A banda descreveu o álbum como “mais orgânico e mais maduro” do que o primeiro, sendo involuntariamente, porém coincidentemente, semelhante as músicas dos Beatles. “Todos nós gostamos daquilo, do Rubber Soul até The White Album e tudo mais, mas ainda antes, nós estávamos naquele elemento teatral das coisas”, explicou Ross. No seu primeiro dia de vendas, o álbum vendeu cerca de 54.000 cópias, chegando a vender ainda 139.000 cópias na primeira semana nos Estados Unidos, o que fez chegar ao segundo lugar da Billboard 200.

“Vices & Virtues” foi lançado em 22 de março de 2011 como o terceiro álbum da banda. O álbum foi gravado como uma dupla pelo vocalista e multi-instrumentalista, Brendon Urie, e o baterista Spencer Smith, depois da saída do guitarrista, Ryan Ross, e o baixista, Jon Walker em 2009. Estreou em sétimo lugar na Billboard 200, vendendo 56.000 cópias na primeira semana. Jarett Wieselman, do New York Post, disse que o álbum “é um dos melhores e mais cativantes álbuns de 2011”.

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O mais recente álbum da banda foi lançado em 08 de outubro de 2013, chamado “Too Weird to Live, Too Rare to Die!”. É o primeiro álbum a ter a participação do novo baixista, Dallon Weekes, que se juntou a banda em 2009 para a turnê. Foi o segundo álbum da banda a estrear em segundo lugar na Billboard 200, vendendo 84.000 cópias. O álbum tem uma influência de hip-hop, que segundo a banda, “não tem regras”.