Nesta segunda parte do especial que a Nação da Música está fazendo sobre a carreira do All Time Low, você acompanhará uma pequena viagem pela discografia do grupo. A banda de pop punk de Baltimore já possui 6 álbuns de estúdio, o último lançado na última semana, 5 EPs e um CD e DVD ao vivo.

Depois do lançamento do EP “The Three Words To Remember in Dealing With The End”, em 2004, o All Time Low começou a alcançar popularidade com “The Party Scene”, disco de 2005 lançado pela Emerald Moon. 5 das 12 faixas do álbum foram relançadas no trabalho seguinte do grupo. “The Party Scene”, que contou com a produção de Paul Leavitt, é considerado um disco raro, já que somente 1000 cópias do material foram produzidas.

Em 2006, já após assinar contrato com a Hopeless Records, os jovens integrantes do All Time Low lançaram o EP “Put Up Or Shut Up”, como forma de divulgar a sua nova empreitada na gravadora. Logo no primeiro trabalho da parceria entre banda e label, o grupo vendeu cerca de 60 mil cópias, impulsionando ainda mais a fama do quarteto em território norte-americano.

O caminho estava perfeitamente formado para o lançamento do mais marcante disco da carreira do All Time Low, em 2007. No mês de setembro chegava às lojas “So Wrong, It’s Right”, segundo álbum do grupo de pop punk  e que carregava uma enorme expectativa. Expectativa esta que foi devidamente atendida. Com singles marcantes como “Dear Maria, Count Me In” e “Poppin’ Champagne”, o registro foi responsável por apresentar o nome do All Time Low às paradas de sucesso.

“So Wrong It’s Right” foi o primeiro trabalho da banda com o produtor Matt Squire, nome conhecido por suas colaborações com artistas como Demi Lovato, One Direction, Good Charlotte e Panic! At The Disco. A parceria repetiu-se em 2009, com o álbum “Nothing Personal”.

O disco, que chegou às lojas em julho daquele ano, trouxe um All Time Low ainda mais maduro e confiante em executar a sua proposta musical. Além de Squire, a banda contou com outros importantes nomes para lapidar o material, como o cantor Butch Walker e o premiado produtor David Benedeth (Paramore, Papa Roach e A Day To Remember). O disco deu ao grupo a primeira colocação em paradas de rock alternativo.

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Em 2010 o All Time Low lançou “Straight To DVD”, um registro em CD e DVD de uma apresentação do grupo em Nova York. No ano seguinte, já pela Interscope Records, sua nova gravadora, a banda divulgou “Dirty Work”, quarto álbum de sua carreira. O registro repetiu a equipe de produção, e o sucesso, de seu antecessor, apesar de trazer um lado um pouco mais pop do grupo, mesmo sem abandonar a sua essência.

Com o retorno para a Hopeless Records, os fãs do All Time Low tiveram a esperança da banda retornar as suas origens. E um embrião disso foi ouvido em “Don’t Panic”, disco de 2012. Com a produção de Mike Green e do vocalista Alex Gaskarth, o registro traz o grupo mais voltado a suas influencias no pop punk, porém, buscando uma nova direção. O álbum, que conta com algumas participações especiais, novamente colocou o All Time Low no topo das paradas de rock alternativo.

Com enorme expectativa, no último dia 7 de abril o All Time Low colocou nas lojas “Future Hearts”, o seu sexto álbum de estúdio. O disco conta com a produção de John Feldmann, vocalista da banda Goldfinger e conhecido por inúmeros trabalhos com bandas da cena. O registro ainda conta com participações especiais de peso, como Mark Hoppus, do Blink-182, e Joel Madden, do Good Charlotte.

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