No final de janeiro, a banda Bring Me The Horizon liberou seu mais novo e aguardado disco, “amo”. Sim, o título é a palavra em português mesmo para “I Love”.

O álbum recentemente garantiu o primeiro Nº1 da banda nas paradas britânicas e logo os fãs brasileiros poderão ouvir as músicas ao vivo, já que o grupo está com passagem marcada pelo Lollapalooza e também na Lolla Party que acontece na Audio.

A NM teve a oportunidade de conversar com o baixista Matt Kean sobre o processo de criação do “amo”, as parcerias que estão no disco e também sobre as expectativas para os shows no Brasil.

Entrevista por Marina Moia.

———————————————- Leia a íntegra:
Primeiro de tudo, parabéns pelo álbum ter alcançado o Nº1! Como foi receber a notícia? Já tiveram tempo de celebrar?
Matt: Sim, nós celebramos um pouco! É uma daquelas coisas que nos contam e você demora pra perceber de primeira, até conversar com sua família e com seus amigos. Nós estamos nos Estados Unidos agora e estamos muito felizes.

Entre “That’s The Spirit” e “amo”, se passaram alguns anos. Como esse período entre álbuns influenciou o novo trabalho?
Matt: Nós paramos um pouco pela primeira vez, tiramos umas férias da turnê. O que foi muito bom para descansar e passar tempo de qualidade com nossos amigos e famílias. Acho que esse período ajudou o pessoal da banda a renovar as energias e ideias.

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Quando foi a hora de voltar, estávamos todos muito mais empolgados. Como ficamos um tempo longe dos estúdios, demorou um pouco para entrarmos de cabeça de vez, mas quando conseguimos, foi algo muito fresco e novo. Com mais “fome”, posso dizer.

Pode nos contar um pouco sobre o processo criativo e de gravação de “amo”? Quão diferente foi dos trabalhos anteriores?
Matt: Foi muito diferente! Como eu disse, fizemos uma pausa e, quando voltamos, muita coisa tinha acontecido em nossas vidas, e por um tempo não sabíamos também em qual direção seguir. Nós começamos a escrever e escrevemos, escrevemos, escrevemos até fazer sentido para nós e acharmos a estrada que queríamos seguir.

“amo” possui três colaborações: Grimes, Dani Filth e Rahzel. Como foi a escolha destes artistas e como foi a relação de vocês no estúdio?
Matt: Bom, na verdade não chegamos a trabalhar com nenhum deles no estúdio. Graças aos dias modernos, cada um consegue gravar onde está, no estúdio de preferência, e mandar para nós. A gente quis trazer pessoas diferentes, com sons e estilos diferentes do nosso.

No caso da Grimes, ficamos sabendo que ela é fã da banda, por ela ter nos mencionado em algumas entrevistas. Com Dani Filth, nós queríamos mesmo trazer mais do death metal e fazer algo que fosse inesperado. E com Rahzel queríamos fazer algo que fosse mais divertido.

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Sei que pode ser difícil, mas você tem alguma música favorita do disco?
Matt: No momento, é “in the dark”, mas muda bastante, principalmente por estar ouvindo esse disco há tanto tempo [risos].

Logo vocês estarão no Brasil de novo! Para o Lollapalooza e também na Lolla Party. O que os fãs podem esperar dos shows desta vez?
Matt: Sei que será ótimo! E nós quase nunca tocamos em festivais assim como o Lollapalooza, então vai ser bem legal pra gente estar nesse ambiente de festival. O side show também será incrível e vai ser bem bacana tocar músicas do novo disco pros nossos fãs do Brasil. Já faz uns anos desde que estivemos por aí, então é sempre bom voltar e rever todos os fãs que são sempre tão loucos e apaixonados.

Gostaria de mandar um recado aos fãs brasileiros?
Matt: Obrigado por todo o apoio! Em breve estaremos juntos nos shows. Mal posso esperar por essa aventura.

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