O cantor Di Ferrero liberou nesta sexta-feira (19) o seu disco de estreia solo, chamado “Sinais – Parte 1”, pela Universal Music. 

Com seis faixas no total, o músico contou com a participação de diversos produtores e compositores para compartilharem esse momento com ele, como o seu ex-parceiro de NX Zero e amigo Gee Rocha e também os integrantes da Tropkillaz.

A Nação da Música teve a oportunidade de conversar com Di Ferrero sobre detalhes deste lançamento, a turnê solo que está por vir e também a participação no Show dos Famosos.

Entrevista por Marina Moia

————————— Leia a íntegra:
Oi, Di! Obrigada por falar com a gente. Como estão as expectativas pra “Sinais”?
Di: Pô, tá incrível! Ontem mesmo (quarta-feira, 17) eu fiz um pocket show só pra fãs aqui na gravadora e toquei as músicas ao vivo pela primeira vez. Foi incrível. Eu fiquei mais empolgado ainda do que eu já to. Eu estou num momento muito feliz!

O que você diria que os fãs podem esperar ouvir neste disco? Pra você, quais as características mais fortes de “Sinais”?
Di: Desde que eu lancei a minha primeira música solo, “Sentença”, eu fui experimentando muita coisa, fui fazendo muito som até chegar em músicas que eu me sentisse bem, me sentisse orgulhoso e satisfeito. 

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Apesar de eu pensar muito, as músicas são todas intuitivas, até mesmo pelo nome “Sinais”. Nesse álbum, eu fiz cada música com um produtor diferente, mas todos eles já eram desse conceito de banda. Eu os conheci na época do NX e hoje em dia eles produzem um monte de artistas. 

As músicas são em cima de letras sobre coisas que eu estava passando ali no momento. O começo desse álbum, a primeira parte, está bem claro o que eu quero fazer com as músicas, onde eu estou me expressando nelas, as coisas que eu passei. Eu to muito feliz com os arranjos e com a produção e com o que elas estão passando.

Ontem mesmo eu pude sentir como a galera vai ser impactada, o pessoal que se identifica comigo nesses anos todos vai sacar que são momentos que eu estou mais pra cima. É como se eu estivesse conversando mesmo com as pessoas, como se fosse um diário do meu cotidiano. 

E por que a decisão de lançar o disco em duas partes?
Di: Eu gosto muito de álbum, de disco. Eu acredito que sou um artista de álbum. Mas acho legal lançar em duas partes porque a gente destaca mais as duas partes individualmente. Elas têm a ligação entre elas, mas a galera vai ouvir essa primeira parte e depois de uns três meses mais ou menos vai ouvir a segunda e vai ver como elas se completam. Tem um começo, meio e fim nas músicas. 

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Na segunda parte, eu decidi mudar algumas coisas, deixei algumas músicas pra produzir depois, tem algumas colaborações que eu ainda não posso falar. Eu acho legal a gente dividir em duas partes, até porque eu sou geminiano, tem isso dos dois lados [risos].

Você novamente trabalhou com o Gee Rocha, dessa vez na faixa “Diamante Raro”. É diferente trabalhar para músicas solos e músicas do NX com ele?
Di: Com o Gee, a gente sempre se entendeu muito bem. A gente é irmão, amigos pra vida. Compondo a gente sempre tem a mesma dinâmica, não importa se é solo, se era lá no NX, eu senti como se eu estivesse com ele quando a gente tinha 15, 16 anos fazendo música empolgados. Tenho certeza que ele também sentiu isso.

Eu quis colocá-lo como “featuring” mesmo pelo respeito que eu tenho por ele, pela nossa história, pelo carinho e também porque eu pago um pau pra ele. É um puta artista, guitarrista e compositor.

Está preparando turnê solo? Onde os fãs poderão te ver ao vivo?
Di: Estou! Começa no dia 30 de agosto aqui em São Paulo na Audio Club, junto com a minha mana Iza, que vai estar com a turnê dela. A gente pretende rodar pra vários lugares; eu com a minha turnê, ela com a dela, e em alguns lugares vamos estar juntos. 

É em cima do “Sinais” mesmo. O palco e toda essa coisa de universo, energia, é a minha cara [risos]. Na setlist, claro, toco várias do NX, e toco algumas outras coisas que quero também, junto com as minhas músicas novas. 

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Preciso também te parabenizar pela vitória no Show dos Famosos, junto com a Ludmilla! Como foi receber esse prêmio depois de semanas e semanas de dedicação?
Di: Pô, valeu! Foi incrível. Eu não esperava e nem entrei pra competir, pra ser sincero. Só no dia da final mesmo que eu pensei “cara, eu tenho chance!”. Até então, eu tava indo, claro que me dedicando. Eu entrei dentro de cada um deles e demorei até pra sair alguns dias, pra ser bem sincero. Porque é muito legal esse trabalho de se jogar.

Muitas músicas desse álbum saíram durante os homenageados. A primeira, por exemplo, “Viver Bem”, curiosamente foi feita na casa da Elba Ramalho, indo fazer o Alceu. A “Não É Tarde Demais” eu tava na semana de homenagear o Cazuza, no Rio de Janeiro. E o Cazuza é tipo “a vida é uma festa”, só alegria. Eu lembro que eu tava tomando uma, no estúdio, e senti muito que queria ser o Cazuza mesmo [risos].

Várias saíram assim, durante o Show dos Famosos. Quando rolou de ganhar, eu fiquei feliz demais porque fiz amizades incríveis lá. A Sol [Solange Almeida], super querida, ela olhou pra mim chorando de alegria quando eu ganhei. É tudo muito intenso e ainda na semana de lançamento do meu álbum. Foi tudo certo.

Qual foi a interpretação mais difícil que você fez no programa?
Di: A mais difícil foi a do [Andrea] Bocelli. Não só por ele ser deficiente visual, mas porque é uma voz bem diferente da minha, lírica, mas foi muito bom fazer. 

Gostaria de deixar um recado aos leitores da Nação da Música?
Di: Quero agradecer a galera da Nação da Música e dizer que estou muito feliz com essa nova fase. Posso dizer que estou no momento mais feliz da minha vida com esse álbum. Não vejo a hora de tocar ele pra todo mundo nos shows. E pra galera acompanhar essa primeira parte porque logo mais vem a segunda!

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