Foto: Divulgação

O grupo Sublime With Rome está com passagem pelo Brasil confirmada para setembro, entre os dias 13 e 16, com shows marcados em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Esta será a quinta vez da banda no nosso país e eles estão lançando material inédito! No final de julho, eles divulgaram a faixa “Wicked Heart”, que com certeza será tocada nos palcos brasileiros.

Nação da Música conversou com Rome Ramirez, vocalista e guitarrista da Sublime With Rome, sobre a expectativa da turnê brasileira e o novo lançamento.

Entrevista por Marina Moia.

————————————————————————————- Leia a íntegra:

Olá, Rome! Obrigada por falar com a gente. Vocês voltam ao Brasil no mês que vem para quatro shows. A última vez que passaram por aqui foi em 2015. O que os fãs podem esperar destes shows e desta turnê?
Rome: Eu sei que o Brasil não vem com menos de 100%. Eu me lembro de tocar aí da última vezes e todos mundo estava se divertindo 150% e festejando com a gente. Nós iremos tocar músicas novas, novos sons e a maioria daquele som da Sublime.

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Esta será a quinta vez da banda no Brasil. Já se sentem em casa quando estão aqui? O que mais gostam nas turnês brasileiras?
Rome: Sim, claro! Brasil sempre foi incrível com a banda. Os fãs brasileiros sabem como nos tratar como algo especial e sempre nos recebem bem nos shows e no seu país. O Brasil é definitivamente um dos melhores lugares para o Sublime. Minha memórias do Brasil são maravilhosas. Todos os shows tiveram muita energia, além do público brasileiro, que é um dos que mais cantam nossas músicas. Sinceramente, mal posso esperar para vê-os de novo.

Você pode nos contar um pouco sobre a nova música, “Wicked Heart”? É uma prévia do que iremos ouvir no próximo disco de estúdio?
Rome: Sobre a nova música… Minha namorada e eu estávamos conversando uma noite, refletindo sobre a vida e descansando, mas quando começamos a conversar sobre dinheiro e o bebê que está a caminho… boom! As coisas se esquentaram e de repente esse jantar legal se transformou na Guerra Fria. O que começou como algo tão bacana e lindo, deu uma virada cruel.

Como foi o processo criativo e de produção das novas músicas desta vez?
Rome: Bom, o jeito que funciona geralmente é que eu crio a música e levo para a banda, que trabalha no arranjo e na produção dela. Mas Josh [Freese] tinha montado as músicas enquanto Eric [Wilson] e eu estávamos almoçando. E mais ou menos uma hora e meia depois, ele tinha um material bruto da guitarra e da bateria e do baixo e eu simplesmente entrei na cabine e comecei a cantar. Aquela música ficou pronta em menos de um dia.

Vocês já estão juntos há muitos anos. Quando olham para trás, o que você acha que mais mudou e o que continua o mesmo, na banda e na maneira que vocês fazem música?
Rome: Um monte de reggae da Studio One. O tipo de coisa real, suja, do Lee “Scratch” Perry, por exemplo. Primeira onda, é. Este era o estilo que realmente queríamos alcançar. Dai mixar isso com baterias numa grande sala, ao vivo, junto com samples MPC por baixo e era essa a mistura.

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As pessoas estavam esperando que Sublime fizesse tipo um disco de reggae rock, certo? Porque essas são as músicas mais populares da Sublime. Mas algumas das melhores coisas da Sublime neste catálogo são as coisas que não foram singles. Que foram influenciadas por Blag Flag e Greg Ginn, por exemplo. E é isso que se encontra neste disco.

Você gostaria de mandar uma mensagem aos fãs brasileiros?
Rome: Eu espero ver todos vocês nos shows no Brasil! Eu realmente estou ansiosa para tocar para nossos fãs. Realmente, eu quero voltar logo e fazer o nosso melhor. Vejo vocês no Brasil!

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