Falando de livros #26 – Comentando “Sex And The City”

Sex And The City foi originalmente lançado em 1996 e publicado no Brasil pela editora Record em 2003, quando a série de TV já estava fazendo sucesso. O livro, ao contrário do que se pensa, não é um romance, e sim uma compilação de crônicas escritas pela autora para o jornal semanal The New York Observer.

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@nacaodamusica

Grande parte das histórias contadas no livro, que se passa em Manhattan, são sobre Carrie e seu namorado Mr. Big. Ocasionalmente outras personagens como Samantha, Miranda e Charlotte, nova-iorquinas solteiras e independentes que têm como lema principal um intenso carpe diem, também aparecem, mas desde o início fica claro que Carrie é a mais importante ali.

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O livro é dividido em capítulos e subcapítulos e cumpre a promessa de ser uma leitura irreverente e ácida. Se você ainda não leu e está curioso, eu sugiro o seguinte: vá até a livraria mais próxima e dê aquela folheada básica. Os nomes dos capítulos já entregam muito sobre o que as próximas páginas falarão. Quer um exemplo? “Minha Educação não-sentimental: amor em Manhattan? Desconfio que não!…”; “Troca de casais? Acho que Não…”; “As garotas fogem da terra das casadas para uma noite de orgia sem sutiã” e “Ménage em Manhattan! Sete homens fazem a pergunta inevitável”.

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Na leitura, conhecemos os mais diversos tipos de pessoas que vivem em Nova York. A autora faz um raio-x dos tipos mais frequentes encontrados, como modelos dispostas a transar com qualquer um para ganhar dinheiro, mulheres ricas que vão esquiar em Aspen e gastar rios de dinheiro, garotas que bebem todas e não podem ir trabalhar no dia seguinte porque estão curtindo uma ressaca daquelas, velhos ricos que só querem saber de correr atrás das garotas mais novas. Drogas são frequentes também. Todo mundo fuma um baseado enquanto conversa no banheiro. Em Sex And The City, isso é super comum.

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Apesar de não ter gostado muito do livro como um todo, mais pelo fato de ele ser composto de histórias que não estão exatamente interligadas, não posso negar que Candace Bushnell escreve bem. Os diálogos do livro são afiados, inteligentes e engraçados.

Acho que a melhor maneira de definir Sex And The City é como uma conversa de amigos num bar. Do mesmo modo como a conversa flui de forma natural e descontraída quando todos se reúnem, o livro aborda os mais diversos temas com uma naturalidade que impressiona. Eu adorei o modo como a autora analisa o relacionamento entre homens e mulheres, a clássica guerra dos sexos. Para quem está a fim de saber um pouco mais sobre os bastidores da Big Apple e todas as suas intrigas e gostaria de ler um Gossip Girl versão adulta, a leitura é recomendada.

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Agora você me pergunta: é tão bom para ter virado série e livro? E eu digo: não.

Veja o trailer do filme:

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