Playlist: o que nós escutamos ao longo de 2020 #17

Playlist de Final de Ano
Nação da Música
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@nacaodamusica

Quando 2020 começou, ninguém imaginou que terminaríamos dessa forma: exaustos, talvez desesperançosos, e definitivamente, sem paciência. Foram 12 meses com inúmeras reviravoltas, no qual a nossa única certeza era “só sei que nada sei”, como já dizia Sócrates. Foi um ano com altos e baixos também, assim como a playlist que eu, Stephanie Hora, montei para esse post (e, assim como o ano, a lista também tem mais baixos que altos, estejam avisados).

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Ao contrário do que alguns companheiros de redação relataram anteriormente nesta coluna, eu devo admitir que, em comparação aos anos anteriores, eu escutei menos música nesses 12 meses que passaram. Na maior parte do tempo, eu me encontrei bastante apegada aos sons com os quais eu já estava familiarizada e não apostei tanto em desbravar o mundo fonográfico, como costumava fazer antigamente; com a exceção do The Cure, que eu decidi ouvir a discografia para conhecer melhor.

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Além disso, também aconteceu uma renovação de laços com alguns artistas, como Taylor Swift, Halsey, Leonard Cohen, Joy Division e The Police, por exemplo. E, talvez vocês já tenham notado que meu gênero musical favorito é o rock então, não vai surpreendê-los se eu afirmar que este que mais ouvi ao longo desse tempo. Em 2021 eu recupero todo o tempo perdido ao longo desses 365 dias e me aventuro ouvindo artistas que ainda tenho muita vontade de conhecer a discografia completa.

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Dois álbuns que me marcaram bastante e não poderiam faltar nessa lista são “Fetch The Bolt Cutters” da Fiona Apple e “Punisher” da Phoebe Bridgers; duas das resenhas que mais gostei de produzir para o site, inclusive. Devido ao lançamento de comemoração dos 20 anos de aniversário do “White Pony” do Deftones, o remix de “Teenager” feito por Robert Smith, da já citada banda The Cure, fez com que eu apreciasse a canção de maneira diferente.

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Ainda tem Lana Del Rey, The Killers, The Neighbourhood, The National (e Matt Berninger solo, claro); artistas que não poderiam deixar de marcar presença no meu ano. Eu tentei dar o mínimo de sentido às 42 faixas que eu escolhi com muita dificuldade, mas acho que não foi algo muito bem sucedido.  De qualquer forma, eu espero que gostem! Vocês conferem o resultado dessa mistureba no final dessa publicação, pelo player do Spotify.

Ah, finalizo com menções honrosas à “I Am The Moon”, da banda The White Buffalo, que eu conheci no começo da pandemia e foi amor à primeira vista e “Alaska” da Maggie Rogers, que causa diferentes efeitos em mim todas as vezes que ouço desde que me apresentaram há mais ou menos 2 anos.

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Jornalista, apaixonada por música, livros e cultura em geral.