Never Shout Never
Foto: Rafael Strabelli / Nação da Música.

O Never Shout Never, banda de indie folk dos Estados Unidos, retornou ao Brasil no final de Janeiro para sua turnê de despedida e comemoração de 10 anos de formação. A “Throwback Tour” iniciou em Belo Horizonte, passou por São Paulo e finalizou no Rio de Janeiro.

A Nação da Música conferiu de perto o que aconteceu no palco durante o show em São Paulo e relata detalhes desta noite que teve como objetivo encerrar a carreira da banda relembrando os velhos tempos.

Com um palco intimista e romântico, trazendo detalhes de flores nos instrumentos e um show de luzes, o grupo planejou um setlist que atenderia aos pedidos dos fãs que estavam presentes, como prometido algumas semanas antes.

No último sábado (26), as portas da casa de shows Audio, localizada na Barra Funda, abriram às 19h para receber o público do evento. O show inicialmente estava previsto para ocorrer no Via Matarazzo, mas por “motivos de força maior” – de acordo com a organização -, foi necessário a troca do local.

Iniciando pontualmente às 21h, o Never Shout Never começou sua apresentação com a canção “Here Goes Nothing”. Christofer Drew, vestido de forma casual e com o clássico chinelo no pé, toca ao lado apenas do tecladista Tof Hoglen e criam uma nova essência para as primeiras músicas, modificando o seu ritmo original.

O baterista Hayden Kaiser, único membro da formação original, não veio ao país, entretanto, os músicos conseguiram se revezar entre os instrumentos e apresentar todas as canções solicitadas sem dificuldade.

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Passando por clássicos de sua discografia, com as canções “this s**t getz old”, “On The Brightside” “Lovesick” e “Subliminal Messages”, era fácil notar que o público estava cantando as letras altas e de forma calorosa, suficiente para quase tampar a voz do vocalista.

Never Shout Never
Foto: Rafael Strabelli / Nação da Música.

A interação clássica de seus shows ocorreu com a plateia jogando itens no palco como presentes para os membros da equipe. Durante a troca de uma das músicas, Drew desenha algo para um fã que possivelmente se tornará uma tatuagem. Nesta mesma pausa, ele pega uma rosa na multidão e faz a troca por uma flor que estava no palco.

Outros singles que entraram na setlist foram “Trouble”, “Sweet Perfection” e “Magic”. Na escolha de “Piggy Bank”, os gritos eram notáveis no inicio da apresentação, com os fãs cantando toda a letra e mostrando que sabiam o repertório.

O setlist depois seguiu com “Big City Dreams”, “I Love You More Than You Will Ever Know” e “I Love You 5”. A animação dos meninos era visível e resolveram agradar o público convidando uma das fãs para tocar no palco ao som de “What Is Love”.

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“Coffee and Cigarettes” e “Time Travel” foram às últimas músicas antes da banda se retirar do palco. Na última canção citada, a plateia acendeu isqueiros e lanternas do celular, criando um cenário iluminado e cheio de vibrações emanadas pela platéia.

Na saída, o público ganhou força e cantou “Can’t Stand It” na busca de fazer a banda voltar, e como previsto, Drew aparece e apresenta “The Past”, música que havia prometido no meio da apresentação para um dos fãs.

O clima de nostalgia toma conta da atual turnê e os fãs presentes tiveram a memorável oportunidade de assistir possivelmente, pela última vez, Never Shout Never se apresentando no Brasil.

Confira a entrevista que a NM fez com Christofer Drew para entender melhor o futuro da banda, e também a galeria de fotos exclusivas tiradas durante o show através das lentes de Rafael Strabelli:

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Fotos: Rafael Strabelli / Nação da Música.> TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

Posted by Nação da Música on Sunday, January 27, 2019

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