Resenha: Ed Sheeran traz empolgação aos fãs de São Paulo

Créditos: Greg Williams

Na noite do último domingo (29), pontualmente às 20h – e quando eu digo pontualmente, é da forma mais precisa possível, ao menos para o meu relógio do celular – o cantor britânico Ed Sheeran subia ao palco do Allianz Parque para uma apresentação convincente, e que marca o crescimento estrondoso da sua carreira, em apenas dois anos desde a sua última passagem pela capital paulista.

Falo isso por que logo ali do lado, próximo também da estação da Barra Funda, há dois anos, Ed tocava no Espaço das Américas em duas datas que ficaram esgotadas, e em cada uma delas tinha cerca de 10 mil pessoas. Já neste final de semana, a marca atingiu de acordo com os organizadores, 40 mil presentes, e isso demonstra um salto significativo na carreira do músico, que não escondia a felicidade de estar ali, sorrindo constantemente.

Pois bem, assim como rolaram nos outros dois shows que ele já havia realizado aqui no Brasil com essa turnê, o do Rio de Janeiro no último dia 25 e outro em Curitiba no dia 23 de maio, ele também iniciou a performance com a “Castle on the Hill”, seguida pela “Eraser”, “The A Team” e as faixas “Don’t” e “New Man”.

Se você já viu aqui na NM o setlist do show que aconteceu no Rio, verá que foi exatamente a mesma sequência e sem mudanças, diferente do que foi apresentado em Curitiba quando ele optou em tocar “Hearts Don’t Break Around Here” no lugar de “Feeling Good” e “I See Fire”.

O ponto alto do show não foi exatamente em cima do palco, mas sim, as pessoas que estavam acompanhando o show. Foi legal ver famílias, amigos, um coro fortíssimo – principalmente nas músicas do final do show – e muita diversão envolvida nisso tudo. A energia do lugar estava muito boa e no final chegava a arrepiar com tanto entusiasmo vindo dos fãs cantando “Shape of You”– o single do novo disco “Divide” – e a faixa que encerrou a noite “You Need Me, I Don’t Need You”.

Um outro ponto bem legal e que evidentemente se repetiu do show em que ele fez em 2015, é o uso da pedaleira que repete tudo o que ele toca – assim como citamos na resenha do Rio que você pode ler aqui -, fazendo com que ele monte a música aos poucos. Vi gente no final do show comentando que ele estava usando playback porque em momentos ele não estava tocando o violão, mas a trilha estava rolando. Na verdade, isso se dá por conta dessa tecnologia, muito bem utilizada pelo cantor e por outras bandas e músicos atualmente, mas no caso dele fica ainda mais especial por ele ser uma banda de um cara só.

Ed Sheeran ainda se apresentará em Belo Horizonte no próximo dia 30, terça-feira, e esse será o último show da turnê no país, mas a pergunta que fica é: Como ele estará daqui dois anos, e se ele volta ao Brasil com uma nova tour.

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Rafael Strabelli
Formado em Publicidade e Propaganda, Editor Chefe da NM, Fotógrafo de Shows, e devorador de CD's, Filmes e Séries.

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