Resenha: Fomos ao show da Lana Del Rey no Rio de Janeiro

No domingo, dia 10 de novembro, aconteceu o aguardado show de Lana del Rey, cantora americana que se tornou popular com o álbum Born to Die, lançado em 2012.

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@nacaodamusica

O Rio de Janeiro foi o terceiro e último lugar a receber Lana, que já havia se apresentado em Belo Horizonte e São Paulo, no Festival Planeta Terra.

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A primeira surpresa da noite veio ao constatar a formação do público que compareceu ao Citibank Hall, na Barra da Tijuca, onde observava-se uma notável presença de pré-adolescentes e adolescentes, entre 15 e 18 anos. Como era de se esperar, entretanto, o local do show encheu-se de coroas de flores das mais diversas formas e cores, uma das marcas de Lana Del Rey.

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A noite começa com a apresentação do brasileiro Silva, enquanto o Citibank Hall ainda começava a encher. Silva teve uma boa recepção por parte daqueles que estavam presentes, embora o público tenha participado apenas com palmas e alguns gritos, no final de cada canção. O cantor, cuja sonoridade lembrou-me um pouco da cantora neozelandesa Lorde, pareceu focar-se em mostrar seu trabalho, havendo pouca interação com quem assistia. Ainda assim, foi bem simpático e agradeceu àqueles que estavam conhecendo seu trabalho naquela noite. Comentou ainda estar feliz pela possibilidade de abrir o show de Lana Del Rey, uma artista que diz gostar muito.

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De qualquer forma, após aproximadamente quarenta minutos de performance, Silva se despediu dos fãs de Lana Del Rey, que pareceram agradecer internamente a finalização da performance, visto que este era o marco de que a rainha da noite não tardaria a subir no palco do Citibank Hall.

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Cerca de quarenta minutos mais tarde, Lana Del Rey, já com suas flores no cabelo, deu o ar de sua graça para os fãs, que a receberam de forma fervorosa. A primeira canção da noite foi “Cola”, seguida de “Body Eletric”. Lana agradeceu ao público e comentou que o barulho era tanto, que ela mal conseguia ouvir o que estava cantando.

Não faltou o já tradicional momento de distribuição de autógrafos e selinhos para os sortudos na primeira fila do concerto, deixando um bom nível de inveja branca nos menos afortunados que se encontravam mais distantes do palco. Lana recebeu vários presentes, como uma bandeira do Brasil, coroa de flores e um urso de pelúcia.

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“Born to Die”, single de estreia da artista, com certeza foi uma das, senão a música mais cantada pelos espectadores, e ao término da performance, Lana afirmou que tinha sido “perfeito”.

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O show teve sequência com “Dark Paradise”, música na qual ficou claro que Del Rey não estava 100% bem. No meio da apresentação, ela interrompeu a canção e pediu ao público que esperassem alguns minutos. Comentou que havia ficado doente no México e por isso precisaria de um tempinho fora do palco. Os fãs, pegos de surpresa, e a banda da artista, permaneceram quietos por um alguns segundos, e logo trataram a gritar em coro a o nome da cantora. Como prometido, Lana voltou em pouco tempo para o palco confessando não ter fumado seu cigarro pré-show e recomeçou “Dark Paradise”.

Entretanto, para os mais atentos, a partir deste momento de interrupção até o final do show, ficou claro que Lana Del Rey  não encontrava-se em pleno estado de saúde.

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Lana, durante todo o show, “ofereceu o microfone” para a plateia, não apenas como forma de interação, mas, aparentemente, também como forma de apoio. Ela comentou que não poderia agradecer o bastante por aquela noite, pelo público e que espera voltar ao Brasil em breve.

“Young and Beautiful”, “Video Games”, “Summertime Sadness”,lana  “Ride” e “Blue Jeans” foram outras músicas bastante aclamadas pelo público que, sem surpresas, tinha todas as letras na ponta da língua, mesmo que em alguns momentos tenham preferido deixar que o tom baixo e suave de Lana se sobressaísse. “Carmen” foi uma faixa que Lana introduziu dizendo que não era uma canção muito “grande”, mas que gostava muito. A multidão pareceu discordar da primeira parte, comemorando que a mesma tenha sido incluída na setlist.

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Porém nem tudo foi como o público queria. Os presentes praticamente imploraram para que a canção “Off To The Races” fosse cantada, puxando coros em diferentes pontos do show, mas o pedido não foi atendido por Lana e sua banda. “Lolita” também não foi tocada, apesar de requisitada na hora pelo público.

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Outro momento de destaque foi com a canção “American”, onde Lana cantou o trecho “Be young, be dope, be proud, like a Brazilian”, em homenagem aos brasileiros, com quem ela relatou sempre conversar e agradeceu o suporte que os mesmos davam a sua carreira. “Knocking on Heaven’s Door” também esteve presente na setlist da performance.

Mesmo claramente com um mal estar, Lana não deixou de interagir com o público e atingiu a expectativa dos fãs, trazendo sua voz única, sua simpatia e sua simplicidade para o palco do Rio de Janeiro, terminando uma boa apresentação com “National Anthem”.

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