Royal Blood: o primeiro single de cada álbum da banda

Royal Blood
A história do Royal Blood começou lá em 2013 quando Mike Kerr e Ben Thatcher fizeram a sua primeira apresentação na Inglaterra. Apesar do curto tempo de estrada, o sucesso do duo não demorou a surgir e se mostrar suficiente com apenas um baterista e um baixista em sua composição. Em 2014, eles lançarem, finalmente, o seu primeiro álbum homônimo – que estreou em primeiro lugar nas paradas do Reino Unido. Já o seu tão aguardado sucessor, “How Did We Get So Dark?“, finalmente ganhou vida em 2017.

Com uma pegada de rock alternativo e um som consistente, a banda começou com um single de peso – e seguiu na mesma linha ao apresentar o mais recente álbum para o seu público. E agora analisaremos o quanto essas duas músicas representam – ou não – as obras.

“Royal Blood” (2014)


A canção de estreia do duo vem de uma maneira potente e, para alguns, seria a injeção de adrenalina que o “rock perdido” dos últimos anos precisava. Para outros, o hype tornou Royal Blood uma banda excessivamente exaltada, beirando o exagero. Críticas a parte, “Out of the Black”, sem dúvidas, carrega em seus poucos instrumentos e voz um ótimo início de carreira.

Toda essa energia presente na primeira faixa se estende às outras canções como algo contagioso. “Little Monster”,”Come On Over” e “Figure It Out”, os singles posteriores, mantêm esse peso e energia com uma consistência e tanto – mostrando que Mike e Ben sempre souberam qual era a essência de seu som desde a música lançada alguns meses antes do disco completo.

“How Did We Get So Dark?” (2017)


O primeiro single de “How Did We Get So Dark?” trazia uma responsabilidade e tanto: manter a linha Royal Blood de sucesso, representar uma melhor maturidade musical em relação ao disco anterior e suprir todas as expectativas de seu público. Não há dúvidas que “Lights Out” representou tudo isso. A faixa é pesada, enérgica e continua dando permissão para o baixo ter o controle e, mais uma vez, provando que a fórmula de apenas dois homens à frente da banda funciona.

O segundo single é que destoa dos outros dois lançados. “Hook, Line & Sinker” é mais acelerada, ao contrário de “I Only Lie When I Love You“, que na sequência de “Lights Out” mantém a pegada da faixa anterior, mas com destaque para a bateria de Ben Thatcher. Apesar das leves diferenças na sonoridade entre os singles, quando combinados com o disco como um todo, eles mantêm a essência escolhida pela dupla: fazer um álbum digno para o trabalho que o Royal Blood tem feito até aqui, mais “sexy e confiante” e, claro, dark.

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Formada em jornalismo, considera a música uma de suas melhores amigas e poderia facilmente viver em todos os festivais. Bandas preferidas? McFLY e Queens of the Stone Age.

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