Resenha: Sting retorna a SP com show cheio de emoção e pegada Pop Rock

Pela quinta vez, o cantor britânico – e ex-integrante do famoso trio The Police – Sting escolheu o Brasil para se apresentar com show único em São Paulo, no Allianz Parque, neste sábado (06). Desta vez com a turnê intitulada “57th & 9th”, que celebra o novo disco do músico sem deixar os grandes hits que o consagrou em todos os anos de carreira.

Sting já acertou com as atrações de abertura: primeiro, seu filho Joe Sumner subiu ao palco para cantar e tocar guitarra sozinho. Com um estilo meio acústico, não foi o suficiente para animar a plateia, mas com certeza cativou a atenção e curiosidade de todos que estavam presentes. Na quinta e última música, Sumner se emocionou ao dedicar a canção “Jelly Beans” e quase não conseguiu finaliza-la, até que seu pai, Sting, entrou e cantou a parte final; com Summer ajoelhado no chão e visivelmente bem abalado.

Em seguida entrou a banda texana “The Last Bandoleros”, que definitivamente foi aprovada! Os americanos fizeram uma apresentação bem enérgica, interagiu com o público e certamente contagiou com sua empolgação.

Às 09h15, entrou o inglês Sting – 15 minutos após o previsto – já mostrando que está em forma; tanto fisicamente quanto na voz. A setlist foi bem misturada, com grandes sucessos do seu passado e os trabalhos de sua carreira solo, muito bem escolhidos.

A primeira canção já ganhou o grito dos fãs: “Synchronicity II”, grande sucesso do The Police, seguido por outro hit do trio: “Spirits in the Material World”. Apesar de uma plateia um pouco contida, a faixa etária era bastante variada: jovens, casais mais velhos e famílias foram contemplar Sting.

Outras músicas que tiveram boa participação dos fãs brasileiros foram “Englishman in New York”, “She’s Too Good for Me” e “Shape of My Heart” de sua carreira solo; e as do novo CD, como “I Can’t Stop Thinking About You”, que mostrou que ele deixou o jazz um pouco de lado e retomou seu lado pop rock.

O artista fez um show impecável, sem erros, sem enrolações e com muita dedicação. Destaque para o cover de Bowie que ele incluiu em sua turnê, da música “Ashes to Ashes”, cantado por seu filho Joe Sumner.

Mas é inegável: as faixas do “The Police” foram as mais vibradas e cantadas da noite, “Message in a Bottle”, “Walking on the Moon”, “So Lonely”, “Roxanne”, “Next to you”, “Every Breath You Take” e “Fragile” – esta última dedicada a Raoni, um líder indígena brasileiro que Sting o chamou como amigo e o levou para o palco.

Com músicas muito bem escolhidas, simplicidade e ótima qualidade de show, há quem diga que este foi o melhor show do cantor aqui no Brasil. Mas algo é fato: com certeza já deixou saudades.

CONFIRA A SETLIST DE STING EM SÃO PAULO

  1. Synchronicity II (The Police)
  2. Spirits in the Material World (The Police)
  3. Englishman in New York
  4. I Can’t Stop Thinking About You
  5. One Fine Day
  6. She’s Too Good for Me
  7. I Hung My Head
  8. Fields of Gold
  9. Petrol Head
  10. Down, Down, Down
  11. Shape of My Heart
  12. Message in a Bottle (The Police)
  13. Ashes to Ashes (David Bowie cover por Joe Sumner)
  14. 50,000
  15. Walking on the Moon (The Police)
  16. So Lonely (The Police)
  17. Desert Rose
  18. Roxanne / Ain’t no Sunshine (The Police)

Encore:

  1. Next to You (The Police)
  2. Every Breath You Take (The Police)

Encore 2:

  1. Fragile

Resenha feita por Ana Bellucci.

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