Entrevistamos Gilsons sobre Coala Festival e início da banda

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gilsons
Foto: Divulgação
@nacaodamusica

No próximo sábado (12), a banda Gilsons estará no palco do Coala Festival ao lado de Gilberto Gil, que é pai e avô dos integrantes, e também de Bem Gil. O lançamento mais recente do trio é a música “Devagarinho”, que conta com a participação de Mariana Volker.

Além da internet, o show dos Gilsons será transmitido também pelo canal TNT a partir das 20h20. No Coala 2020, o telespectador poderá aproveitar 8 horas de transmissão gratuitas, mas também é possível fortalecer a cena e apoiar os envolvidos no evento por meio de uma colaboração no site Total Acesso, com a compra do ingresso virtual. A programação completa do evento e mais informações você confere neste post.

A Nação da Música conversou com Francisco Gil sobre as expectativas para o show no festival, os planos para trabalhos futuros e também sobre o início do trio.

Entrevista por Marina Moia.

——————————— Leia a íntegra:
Olá, pessoal! Obrigada por responderem às perguntas da Nação da Música! Neste sábado, dia 12, ocorre o já tradicional Coala Festival, onde vocês se apresentação com Gilberto Gil, com participação de Bem Gil. Ou seja, tudo em família! Como estão os preparativos para este show e o que os espectadores podem aguardar da apresentação?
Francisco: Bom, a gente tá numa alegria danada de estar se juntando! Esse projeto veio para dar uma apaziguada nos nossos ânimos, porque era pra gente ter voltado da Europa agora na turnê com a família toda! Então é uma versão diferente, juntando um projeto nosso, Os Gilsons, com o seu Gilberto. É a primeira vez que a gente estará levando um projeto nosso para fazer um show com seu Gilberto. José já é da banda do meu avô há alguns anos, mas eu e João é o primeiro show que a gente vai fazer de fato juntos, então estamos muito felizes! Ter o Bem junto também é uma alegria!

O EP de estreia “Várias Queixas” foi lançado em 2018. Vocês já estão trabalhando no próximo EP ou álbum? Como a quarentena afetou o trabalho e a criatividade de vocês?
Francisco: A gente já tá sim! Queríamos ter lançado já, mas com a questão da quarentena, o isolamento e isso tudo que rolou, então a gente mudou, reformulou nosso planos pra esse ano. A gente já tem as canções e tudo mais, agora vamos nos isolar para começar a gravar nosso EP. Mas tem single que a gente lançou agora, “Devagarinho”, com a Mariana Volker e vai ter mais singles também antes desse lançamento. Afetou primeiro, pois estávamos ali com uma agenda de shows muito grande, e era uma surpresa assim porque foi a primeira vez que nós três, enquanto artistas, começamos a ter uma agenda de show mais ampla, com bastante coisa. E aí de cara foi um corte, e tinham uns shows que estávamos muito animados pra fazer, um específico no Pelourinho que seria incrível, outro na Praia do Forte… Enfim, afetou dessa forma, mas ao mesmo tempo a quarentena fez com que tudo dobrasse assim, as pessoas e número todos nas redes dobrou com as pessoas ouvindo muito! Então, foi um momento em que todo mundo em casa, parou, então deu uma fortalecida para gente. E com o tempo a criatividade num primeiro momento foi um susto, a música deu uma apagada, num segundo momento a criatividade voltou e agora a gente tá surfando essa onda.

Pretendem tocar músicas novas no Coala Festival?
Francisco: A gente vai tocar o nosso lançamento “Devagarinho”, com a Mariana Volker, algumas canções de seu Gilberto que ele não toca há um tempo… Então vai ter bastante novidade e surpresas, sobretudo.

Para quem ainda está conhecendo o som da Gilsons, poderia nos contar como vocês decidiram formar o trio? Estar em família interfere nas questões e decisões criativas?
Francisco: A gente formou o trio de uma forma super despretensiosa, era um show que o José me chamou pra fazer e aí a gente chamou o João e fizemos o show com músicas nossas, músicas que a gente gostava, cada um trouxe umas músicas. E aí nesse dia já rolou da minha mãe batizar a gente de Gilsons, e a gente começou ali uma carreira de uma forma completamente despretensiosa e os shows que foram rolando depois eram shows que o pessoal começou a procurar a gente, não fazíamos nem um movimento assim muito grande e aí rolou depois da gente ir pro estúdio, gravamos “Love Love”, “Várias Queixas” e é isso!

Com quem vocês gostariam de colaborar no futuro?
Francisco: Pô tem tanta gente aí bacana! Tem muita gente das antigas que é referência pra gente, e a cena nova também, mas é difícil dizer assim um nome, acho que essas colaborações vão muito da natureza dos encontros, com certeza os próprios encontros que já aconteceram, a Mariana Volker… A gente tá conversando aí com algumas pessoas para os próximos lançamentos, mas é tudo surpresa!

Gostariam de deixar um recado aos leitores da Nação da Música?
Francisco: Escutem bastante música nessa quarentena! Acho que a música tá ajudando aí todo mundo a dar uma abstraída, transcender um pouco essa realidade toda que estamos vivendo e é isso ouçam bastante música! De preferência, ouçam Gilsons também! [risos]

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