Disco do Dia #49: Evanescence – “Evanescence”

Mais uma semana se inicia, assim como mais um ciclo da nossa coluna diária “Disco do Dia”. Durante os próximos sete dias, eu, Camilla Figueiredo, estarei por aqui comentando sobre sete (infelizmente, apenas sete) álbuns que amo.

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@nacaodamusica

E eu não poderia começar de outra forma a não ser com a minha banda preferida, o Evanescence. A escolha do álbum é relativamente fácil. Apesar de eu ter um carinho especial pelos anteriores, foi “Evanescence” que reuniu tudo o que eu gostava e trouxe o que eu achava que faltava para o grupo.

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Lançado em 2011, “Evanescence” foi o último álbum da banda a sair pela Wind-up Records, antes que toda uma polêmica sobre sabotagem por parte da gravadora aparecesse e o Evanescence se transformasse em uma banda independente. O final da era deste álbum também trouxe uma notícia triste, com Amy Lee, uma das fundadoras e vocalistas do grupo, decidindo dar um tempo nas atividades da banda. Mas nem tudo foram lágrimas e cantora seguiu felizmente para o início de sua carreira solo.

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Melhor música: Bom, essa é uma escolha verdadeiramente difícil e enquanto eu destaco faixas como “The Change” e “Made of Stone”, acredito que minha preferida é “Lost in Paradise”.

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Ponto Forte: Como mencionei, “Evanescence” traz todos os elementos que gosto na banda, principalmente as letras bem compostas e trabalhadas que nunca decepcionam. O álbum em si é bastante coeso e me arrisco a dizer, o mais coeso da banda. Falando do que é relativamente novo, as músicas do “Evanescence” são mais pesadas instrumentalmente comparando com os álbuns anteriores. Riffs de guitarra e baterias mais marcantes era tudo o que eu achava que faltava para o grupo e foi o que eu ganhei. As baladas estão lá, como não poderiam faltar, mas você ganha peso em faixas como “Never Go Back”. Lembro-me que na época do lançamento do disco, Amy disse em uma entrevista que o álbum era mais divertido que os anteriores, sem perder a essência do Evanescence e eu acho que é uma boa forma de definí-lo, principalmente olhando para faixas como “Say You Will”, uma das músicas bônus.

Ponto Fraco: Como nem tudo é perfeito, se tem algum ponto fraco no álbum são os vocais da Amy (o que como fã e apaixonada por aquela voz, me dói dizer). Fraco e forte ao mesmo tempo. Se por um lado na versão de estúdio você fica hipnotizado pelas notas altíssimas que a cantora consegue atingir, por outro, estas estão presentes em quase todas as faixas de uma maneira, por vezes, um tanto exaustiva. Além disso, quando levamos para o palco, ao vivo, o resultado não é exatamente satisfatório, quando vemos Lee lutando para mimicar algumas das altas notas atingidas em estúdio.

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