Resenha: “Lonely Generation” – Echosmith (2020)

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Echosmith

O primeiro mês da década trouxe com ele lançamentos aguardados, como o novo disco do Echosmith, que se chama “Lonely Generation” e já está disponível nas plataformas de streaming. Com 12 faixas e produção de Jeffery David, o trio de irmãos mostram ao que vieram.

De primeira já ouvimos a faixa-título, “Lonely Generation“, que começa com o típico acústico que estamos acostumados a ouvir do Echosmith, logo mescla com um toque eletrônico e no geral tem o coro bem tranquilo, sem nenhuma grande surpresa sonora.

Uma canção mais, digamos, relaxada é “Diamond“, que fala sobre alguém que finalmente saiu de sua zona de conforto, resolveu não apenas encarar como também mudar o mundo a sua volta. Nesta, os vocais de Sydney estão bem bacanas.

Entramos em “Cracked” com um pouco mais de mistério, muito bem transmitidos pelas camadas utilizadas na voz da vocalista. Ela trata o que acontece quando uma fantasia é despedaçada e se é necessário lidar com a realidade.

Shut Up and Kiss Me“, o primeiro single divulgado do disco, é uma balada romântica e leva quem está ouvindo a um ambiente completamente leve e com uma boa energia. É melódica e vai crescendo ao longo de sua duração.

Sabe aquelas músicas chiclete? “Stuck” é uma dessas que deixa o refrão (sem trocadilhos) grudado na cabeça, com um riffle de guitarra bem interessante. As letras continuam misturando o que parece ser uma experiência pessoal com mensagens genéricas.

Bem melodramáticos e sentimentais, “Last Forever” desacelera um pouco o ritmo e é bem suave. Ela se encaixa bem no disco, mudando um pouco os ares e mostrando que uma mudança no clima não necessariamente é ruim.

O dueto que nem sabíamos que estávamos esperando mas amamos chega na ainda mais dramática “Everyone Cries“, onde Sydney divide os vocais com Noah. A canção é sensível e muito bem produzida.

Guitarras acústicas e uma batida cativante são os dois pontos mais importantes na sincerona “Scared To Be Alone“. Um pop rock alternativo é muito bem explorado nos quase 3 minutos de música.

Talvez uma das partes mais legais do álbum apareçam nos primeiros segundos de “Lost Somebody“. O refrão é daqueles que assim que se ouve fica impossível não imaginar como será a interação com o público ao vivo.

Love Your Better” carrega um instrumental bem forte, com destaque para o solo de guitarra e a marcante presença do piano. É um bom exemplo de como a banda se propõe a entregar bem uma baladinha dançante que flerta com o rock.

Já chegando no fim, “Follow Me” traz um acústico acalentador, mas que talvez falha a se parecer bastante com faixas anteriores já lançadas pela banda. A composição, no entanto, é bem romântica e bela.

Para encerrar, “I Don’t Wanna Lose My Love“, que bem, fala sobre amor. O que pode ter sido considerado o tema central de toda a produção. Explorado de maneiras diferentes, sim, mas estando sempre presente.

O título “Lonely Generation” já mostra que veio para falar diretamente com o público alvo da banda, abordar assuntos atuais e retratar todos os sentimentos desta geração. Nele, o trio escala amadurecimento com um toque juvenil, que casam muito bem e formam um ótimo par.

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